O INCONSCIENTE COLETIVO FAMILIAR E SOCIAL DA FAMILÍCIA BOZO MILÍCIA
O INCONSCIENTE COLETIVO FAMILIAR
E SOCIAL DA FAMILÍCIA BOZO MILÍCIA
APENAS UM AMBIENTE familiar intensamente desequilibrado pela gula, ambição e a ganância desmesurada, poderia justificar tamanha extrapolação de um comportamento considerado equilibrado, cristão. Os discursos de Jair Bozo Bolsonaro na Câmara eram violentos, agressivos, satisfaziam a sede de um suposto poder coletivo para o eleitorado evangélico satanizado pela invenção neopentecostal do “evangelho da prosperidade”.
ELE, BOZO, GOSTARIA de poder justificar a aquisição miliciana de sua riqueza pessoal, atrelando-a aos Evangelhos de Cristo. Os Evangelhos de Mateus, Marcos, Lucas e João não mencionam palavras de Jesus endossando a Teologia das Prosperidade. E muito menos da prosperidade conseguida às custas de violência policial miliciana e exploração de populações carentes, pobres, fora da proteção governamental.
O EVANGELHO DE LUCAS fortalece a misericórdia cristã, a hospitalidade, o abrigo, o amparo aos pobres, necessitados, à humanidade do Salvador, à pregação em favor dos vulneráveis, enfermos, aflitos, marginalizados.
OS DISCURSOS, EM PLENÁRIO da Câmara proferidos por Flávio Bozo Bolsonaro, eram permeados de raiva, ira, palavras de agressão às pessoas que não eram beneficiadas pelo escritório do crime, chefiado pelo ex-Capitão do Bope, Adriano da Nóbrega, condecorado por Flávio Bozo Bolsonaro com a Medalha Tiradentes em setembro de 2005.
AS FALAS DO PAI DELE NA Câmara Baixa no Congresso, Jair Bozo Bolsonaro, tinham a marca registrada da ira, raiva saudosista dos tempos de chumbo do terrorismo da ditadura. O principal torturador desse período, o coronel Brilhante Ustra, era por ele exaltado fanaticamente, com voz alterada, aos gritos, no plenário da Câmara no Congresso.
A CONVICÇÃO FASCISTA alterada pela aberração ruidosa, verborrágica, desse político saudosista da ditadura, fez de Bozo Bolsonaro, o escolhido pelos extremistas de ocasião. Eles declararam a aceitação da mentalidade antenada, ensimesmada, ávida por uma liderança messiânica irada, iletrada do pai Jair dos Bozos, familiares à República da ditadura e do entorpecimento cultural da mentalidade nacional tão afeita à superficialidade padronizada do entretenimento político instantâneo, tão fácil de aceitar a partir das redes sociais, como a facilidade de fazer um cafezinho instantâneo.
A FANFARRA DO DISCURSO bolsonarista sem erudição, agressiva, supostamente nacionalista, chamou a atenção dos parlamentares apagados, oportunistas extremistas, e do Centrão sem outra finalidade que não fosse a de torná-los, de repente, não mais que de repente, visíveis à população de eleitores dorminhocos, que acordaram em prestar atenção à novidade do que acontecia na Câmara Baixa do Congresso.
E O QUE ACONTECIA??? O vômito verborrágico fascista, a facilidade de aceitação rápida da superficialidade discursiva do capitão Bozo Bolsonaro, aceitação pelo exército Brancaleone deles, seguidores fantoches, fanchones. O deputado Bozo Miliciano Bolsonaro fora plantado por oficiais do exército na Câmara, em busca da oportunidade que se apresentava em decorrência do julgamento e condenação pelo juiz Moro, do ex-presidente Lula.
QUE COISA SEM NEXO essa: a mulher do ex-presidente Lula, Maria Letícia, não poderia adquirir um apartamento no então residencial Mar Cantábrico, simplesmente porque ela não era mulher de nenhum capitão da indústria com sede nos anais residenciais da Faria Lima??? O então juiz Moro armou toda a encenação de escândalo porque dona Marisa Letícia não poderia adquirir a unidade de um apartamento triplex de frente ao mar???
O JUIZ MORO, AUTOR DA acusação e da prisão do então ex-presidente Lula, por “coincidência”, seria ministro da Justiça do capitão, capitão não apenas do exército evangélico Brancaleone, eleito presidente da República do Gabinete do Ódio. Ele também era o capitão do exército de milionários com sede na Faria Lima. Houve um tsunami de suposta indignação nacional contra um trabalhador que iria, se comprasse o apartamento, ter por vizinhos, toda espécie de corruptos da High Society paulista e paulistana.
DECIO GOODNEWS
Enviado por DECIO GOODNEWS em 29/10/2026
Alterado em 29/10/2026