SEU VOTO NÃO É APOSTA NA LOTO
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O QUE SIGNIFICA A CULTURA para a familícia Bozo, se ela, enquanto familícia, exalta a tortura e a repressão da ditadura e mantém grande respeito e entusiasmo sobre esse tenebroso passado, querendo que ele, tenebroso passado, volte a fazer parte do presente e, se afirme no futuro??? A familícia Bozo não leva em conta a barbaridade dos métodos de afirmação política, econômica e social da ditadura.
PARA ELA, FAMILÍCIA BOZO, O presente precisa ser transformado em passado. O chefão Bozo, o Azarão das Trevas, é a principal referência da extrema direita nacional. Ela se eleva a si mesma à condição animalesca de fazer reviver a perseguição, a repressão, a tortura e a criação de cemitérios clandestinos, repetindo dessa forma a cultura e a civilização da barbárie.
A CULTURA E A CIVILIZAÇÃO armada e fardada dos relacionamentos profundamente influenciados pelas pulsões mais primitivas. A familícia Bozo quer continuar a fazer valer a agressividade do Gabinete do Ódio, a transtornar a sociedade, inflacionando-a de medo. Humilhando a força de trabalho das classes menos favorecidas e mais vulneráveis, usando-as, como as “elites” fazem há séculos, enquanto objeto de desejo social sexual, explorando-as sadicamente.
A FAMILÍCIA DA “ELITE” Trump-Epstein sente-se à vontade devorando as garotas de novinhas, quase menininhas, mal entradas na puberdade, entre 13 e 17 ânus. A pedofilia do tubarão Megalodonte instalado na Casa Grande e Branca, desejando abocanhar a vitalidade juvenil das adolescentes com baixo poder aquisitivo, com promessas de trabalho, fazendo girar o circuito das atrizes pornôs a serviço da alta-roda, fina flor da sacanagem black-tie, com sede em Nova Iorque e Palm Beach.
“EU AMO TRUMP, EU AMO ESSE cara” repetia papai Bozo de cara lavada, o chefão da familícia Bozo, pai dos irmãos metralha 01,02,03,04. Flávio Bozo Rachadinha, o “gripezinha”, o 01, é candidato à presidência do Brasil. Você eleitor com um mínimo de consciência cívica, de visão cultural crítica e construtiva, sabe ao certo do que essa catástrofe significa para o país: eleger um miliciano confesso, que abrigava em seu gabinete na Assembleia Legislativa do RJ (Alerj), mãe e esposa de Adriano da Nóbrega, ganhando salários, na época, de R$ 6.490,35 (seis mil quatrocentos e noventa reais e trinta e cinco centavos). Trabalhavam elas em cargos comissionados.
LEVE-SE EM CONTA QUE NÃO é apenas o Brasil que não é um país sério. Consideremos os EUA do híbrido Trumpnyahu. Os Estados Unidos sob a regência amalucada do maestro e compositor da “Sinfonia das Taxações”. Os EUA não é um país sério. Consideremos a afirmação de Olga Pontes, especialista em governança corporativa, compliance, auditoria e vice-presidente do Instituto Brasileiro de Direito e Ética Empresarial: São dela as palavras do parágrafo seguinte:
“NUM PAÍS SÉRIO O PREÇO DE uma sentença é a lei. Onde ela tem outro preço, vence quem paga, não quem tem razão”.
VOCÊ ELEITOR, DEVE TER visto e ouvido Flávio Gripezinha, o 01, filhinho de papai Bozo, ex-Capitão das Capitanias Hereditárias mentir descaradamente durante meses, negando que conhecia Vorcaro, que nunca tinha falado com ele, nunca havia entrado num avião dele, que a dinheirama do financiamento do filme sobre o “Pangaré das Trevas” tinha sido investido na produção do Dark Horse, o Azarão (nome original do Pangaré), quando há fortes indícios de que o dinheiro servia não apenas para lavagem de capitais investidos na produção do filme, mas para a manter Dudu Bananinha num padrão de vida de luxo e alto consumo no país do Trampnyahu.
ESSE INDIVÍDUO SE TORNOU inimigo da cultura de seu país, quando deveria representar seus eleitores, os que nele confiaram o voto e foram sucessivamente enganados com seu patriotismo de algibeira. Patriotismo falso, interesseiro, de conveniência. Flavito e Bananinha guardam seu “amor
à pátria” no bolso da lambança de suas calças, visando obter vantagem pessoal, política e financeira. Não negam a filiação do Pangaré das Trevas.
DECIO GOODNEWS
Enviado por DECIO GOODNEWS em 26/09/2026
Alterado em 02/10/2026