A COPA DO MUNDO POSSUÍDO PELO ENTUSIASMO DE MULTIDÕES A SERVIÇO DO CRIME ORGANIZADO
A COPA DO MUNDO POSSUÍDO
PELO ENTUSIASMO DE MULTIDÕES
A SERVIÇO DO CRIME ORGANIZADO
O MUNDO REAL perdeu o juízo que, talvez, nunca tenha tido. Aonde se poderia identificar a capacidade humana de raciocinar, discernir o certo do errado, de arcar com a responsabilidade de decisões pensadas com sensatez??? As multidões não têm a capacidade de avaliar a situação de entretenimento na qual está mergulhada.
A MULTIDÃO DE pessoas está unida e reunida por interesses que, nem de longe, são os interesses da sociedade. A multidão de pessoas não sabe que não tem lealdade para com seus próprios interesses.
AS FACÇÕES DO crime organizado dominam os interesses da sociedade. Da sociedade e de seu poder institucional: político, econômico, social. A Educação, a Saúde, a Cultura popular se amasiou com a facilidade com que se promove o divertimento fanático, em torno do qual se organizou a sociedade do futebol.
OS COLISEUS DA “bola” dominam as quartas-feiras e os domingos no palco dos gramados nos quais a imprensa esportiva faz por merecer seus salários. Na Copa do Mundo do Crime Organizado, os locutores e comentaristas esportivos têm a graduação máxima. No berreiro dos microfones frente às câmaras de Tv, nos programas televisivos da trivialidade dos comentários, eles conseguem seus doutorados.
OS DOUTORES do rádio e da Tv esportiva obtêm seus diplomas na realidade do que o antigo comentarista esportivo e dramaturgo, Nelson Rodrigues, denominava de “eles só dizem o óbvio ululante”. Ou seja: eles só falam o que todo mundo vê no desenrolar do jogo no campo de futebol.
O ENTUSIASMO demente com que narram as jogadas em campo, possui o objetivo de cooptar as multidões e fanatizá-las. Eles estão a serviço dos conglomerados de mídia que ganham fortunas para fazer acontecer o interesse popular por chutadores de bola, elevados à condição de gênios dribladores e goleadores de “bolas”, santificados no Vaticano dos gramados.
TODOS SE DIVERTEM com o fanatismo que faz a multidão sair do torpor do cotidiano repetitivo de trabalho, do café da manhã, do ônibus, do trem, do metrô, do trânsito engavetado, enquanto serviçais de escritórios e do movimento rotativo no convívio das padarias.
A MULTIDÃO SAI do torpor cotidiano para entrar no torpor da apatia e da letargia coletiva. A letargia que embota e cabota o pensamento crítico, e as mantêm atreladas à rotina escravizada pela esperança de alcançar uma melhor condição de vida pelo suposto aumento de salário, no esforço do alpinismo social para se manter na roda-viva do torpor das multidões.
MULTIDÕES DE torce dores pagam ingresso para ver chutadores de orbes revestidos de poliuretânus ou PVC, vulgarmente conhecidas por “bola”. “Bola” = captação lícita da atenção de multidões para a obtenção de vantagens políticas, econômicas, financeiras, a mais conhecida das quais é a lavagem de dinheiro do crime organizado, na transferência de joga dores de times para outros times.
O CRIME ORGANIZADO se infiltra e expande nas diretorias das organizações esportivas, principalmente nos times de futebol profissional (regional, nacional e global) para fazer acontecer a lavagem de dinheiro do tráfico de drogas, tráfico de armas, tráfico humano, corrupção política e contrabando, comércio ilegal, falsificação de produtos, documentos, roupas, eletrônicos, medicamentos.
A COPA DO MUNDO de futebol, dos possuídos pelo entusiasmo das torcidas nas galeras a serviço do crime organizado, desvios de verbas públicas em fraudes ou licitações, pagamento de propinas a agentes públicos, proteção de variedades do contrabando no comércio lojista ilegal de todo tipo de mercadoria falsificada.
O MUNDO TODO está a confraternizar com seus representantes de chuteiras, muito bem pagos para fazer acontecer a possessão das multidões pelo fanatismo bilionário promovido pelas chuteiras a serviço das “bolas”. O fanatismo promovido pelas organizações criminosas globalizadas, onde o planeta, por inteiro, se mostra sorridente e amavelmente confraternizado: políticos, banqueiros, empresários, jornalistas a serviço dos conglomerados de mídia e as multidões de lesados. O Vaticano precisaria de milhares e milhares de padres para fazer acontecer o rito do exorcismo que poderia libertar essas multidões do fanatismo possesso dos joga dores transformados pelas galeras em demônios chutadores de “bolas”. A serviço da criminalidade organizada.
O FILME DARK HORSE, em tradução livre quer dizer: “O Pangaré Bozo”. É um esquema de lavagem de dinheiro e transferência de capitais para os familiares do Bozo Pai nos Estados Unidos. O “Pangaré Bozo” equivale, se verificamos com olhar precioso, realista e pragmático, olhar do “Terceiro Olho” — (com que muitas pessoas veem o Mundo Cão) — que retrata e reflete a lavagem de dinheiro que organizações criminosas, atuando no circuito do futebol, definem os altos preços dos chutadores de “bolas”.
O CRIME ORGANIZADO usa e abusa do futebol para lavar o dinheiro sujo no superfaturamento dos passes dos joga dores. O valor do joga dor é subjetivo, mas é objetivado nos mecanismos que facilitam o obscurecimento e a ocultação dos ativos ilícitos provenientes do crime organizado.
CRIMINOSOS COMPRAM atletas por um valor baixo e o revendem enquanto mercadoria de clubes no sistema bancário, como se fosse transação legítima. Usam agentes intermediários fictícios que “esquentam” o dinheiro do tráfico dos chuta dores de “bolas”.
PARCELAM O PAGAMENTO do direito de imagem direcionado para empresas de fachada, em contas nos paraísos fiscais. Desta forma impedem ou dificultam o rastreamento do dinheiro, do dinheiro simulado nas transferências fantasmas. Clubes menores, com sede em países de fiscalização precária, duvidosa, leviana, movimentam capitais entre as muitas fronteiras.
REDES DA ATIVIDADE criminosa organizada são formatadas em organizações de quatro ou cinco pessoas. Elas obtêm vantagens financeiras por meio de infrações graves da lei, utilizam violência física e a corrupção financeira nas operações de lavagem de dinheiro... As galeras se fanatizam nos "Coliseus das Bolas", gritam, tremem, pulam, choram, berram, beijam as camisas dos clubes que as vestem, e depois saem para suas cavernas urbanas, umas mais, outras menos dotadas de recursos. Sentam-se no sofá da sala de jantar e continuam suas rotinas de vida. Apesar das greves de ônibus, trens e metrôs.
DECIO GOODNEWS
Enviado por DECIO GOODNEWS em 30/06/2026
Alterado em 01/07/2026