MUITO DIFÍCIL, DO BOZO 01, O COMÍCIO
MUITO DIFÍCIL, DO BOZO 01, O COMÍCIO
Bozo Bolsonaro acredita que ele é a Constituição. Mais louco que isso é difícil. seu filhote da ditadura, Flávio Bozo Rachadinha, acredita na subserviência de um povo eleitor que vive sob os efeitos nocivos do coronelato da Câmara do Centrão. Eles confiam em seus jagunços militantes nos currais eleitorais que controlam em suas respectivas zonas de influência. Máfia e fuzis estão de posse da turma do Flávio e Vorcaro S/A.
Aproximadamente setenta por cento (70%) da população brasileirinha vive sob a cultura do fanatismo: fanatismo por drogas, fanatismo por papo de boteco, fanatismo por Papo de Segunda, fanatismo por sexo pornô, fanatismo por humor baixo nível, fanatismo por futebol, fanatismo por sobrevivência a qualquer preço, fanatismo religioso.
Tanto fanatismo tem um único objetivo: esconder seus quinhentos ânus de solidão, desde a descoberta deste torrão natal em 22 de abril de 1500. as brasileirinhas e brasileirinhos não desejam da vida outra coisa que não seja o compartilhar de seus diários de vida sem luar, o dia a dia que sempre se adia no sofá da sala de jantar de seus cinco séculos de solidão.
A quantidade de deficiências mentais devido a essa cultura fanática alimentada pelas novelas de Tv, pelo jornalismo dependente dos interesses dos banqueiros (tipo Vorcaro) vidrados em potencialismo financeiro, potencialismo a qualquer preço, enquanto motivação comportamental da massa de pizza, massa ignorante que acreditou na promessa daquele candidato a presidente que dizia que todo motoqueiro de entrega a domicílio, ele transformaria, se eleito fosse, em empresário. eles, os motoqueiros, acreditaram e teriam votado nele, não fosse a cassação de sua absurda candidatura.
Os comerciais sustentam as programações televisivas, vendem um conteúdo de entretenimento que mantém a massa da pizza política e social atrelada à expectativa do gol nos coliseus das chuteiras, com seus joga dores sempre correndo atrás de "bolas". O incentivo à competição canibal por um lugar ao sol no ENEM, é uma maneira de justificar toda essa parafernália política, econômica e social que promete diplomas e empregos a uma multidão de ignorantes, reais e virtuais, com ou sem formação universitária.
Flávio Bozo Rachadinha, candidato à presidência da República, é o filho 01 do presidiário com tornozeleira eletrônica que, quando presidente, nunca cansou de promover, em discursos no plenário da câmara, os militares criminosos, torturadores, criados na patologia do sonho americano, hoje transformado em pirataria do petróleo e riquezas minerais dos demais países do globo. Riquezas essas quo o candidato Flávio Rachadinha prometeu a Trump, o Trambiqueiro, que entregaria de mão beijada, se eleito fosse presidente do "Brasil Zil".
O presidente americano, famoso por seus fraldões sempre cheios de cocô, promove combater o crime organizado, sob a ameaça de invadir países para fazer valer a Lei do Cão de suas ambições calcadas nos sete pecados capitais, com realce para a pedofilia e a sodomização de atrizes pornôs de filmes sobre a atuação política do Pangaré das Trevas, o papai do candidato 01 de extrema direita, que desconhece e odeia a ideia de um país democrático.
Bozo pai é um militante da sublevação perene contra a maior conquista da humanidade: a democracia. Seu filho 01 deseja submeter o país ao manicômio das ideias e ideais de um deus ateu, ao qual ele dá "graças a deus", ser candidato a preservar o que há de pior na traição, família e propriedade de mais de cem imóveis pagos à vista, com dinheiro da milícia do RJ à qual a familícia Bozo preside, de longe, monitorando seus laranjas, mantendo uma distância regulamentar deles, para não se envolver demais com seus irmãos do coração, os Vorcariânus.
O que caracteriza o misantropo Bozo e o seu filho 01, é o desprezo deles pela principal conquista da humanidade: a democracia. A familícia Bozo odeia a natureza humana, suas conquistas. O "gabinete do ódio", como eles mesmos se denominavam durante a permanência do papai Bozo no Palácio do Planalto em Brasília, ainda está vigente. Bozo, o misantropo, abandonou seus apoia dores do 8 de janeiro. depois de usá-los e abusar da ingenuidade deles. A familícia dos Bozos e da extrema direita americana, é a misantropia globalizada. O sonho americano é a misantropia estimulada. O Banco Master de Vorcaro era também o banco caro à familícia Bozo. Flávio Bozo cobrou do banqueiro Vorcaro os milhões para a produção do filme sobre o Pangaré Bozo, o papai da bandidagem institucionalizada.
DECIO GOODNEWS
Enviado por DECIO GOODNEWS em 20/06/2026
Alterado em 23/06/2026