A SÍNDROME DO ZUMBI, SOMBRAS NA MULTIDÃO
A SÍNDROME DO ZUMBI,
SOMBRAS NA MULTIDÃO
Como denominar o fenômeno daquelas milhares de pessoas num estado mental PSI afetado, caminhando, em passo ritmado, em direção às catracas de entrada do Coliseu do futebol Nubank Parque, mais conhecido por Palestra Itália ou Parque Antártica, sito Rua Palestra Itália, 200, Zona Oeste de São Paulo.
A condição pessoal, familiar e social de grande pressão e hostilidade silenciosa, em que as pessoas sobrevivem numa metrópole de mercado, tipo São Paulo, deve ter uma explicação, uma nominação PSIcológica. Quando elas não têm um estádio ou coliseu do futebol para desabafar suas pressões, elas ficam sujeitas à possibilidade de explodirem num evento semelhante ao que aconteceu naquele 8 de janeiro, quando uma multidão de fanáticos zumbis depredaram a sede dos poderes na Praça dos Três Poderes.
O evento em Brasília foi uma amostragem do quanto estão, por um fio de cabelo, as multidões prestes a explodir quando sob o “efeito manada”. As pessoas seguem o bando, a turba, a galera, irracionalmente. A lógica e a identidade individual ficam por conta da maioria. Essa maioria frequentemente está sob a influência de interesses ideológicos, políticos, financeiros e econômicos, tal qual podemos afirmar quando da depredação da sede dos poderes na capital federal.
Naquela ocasião tinham pessoas envoltas na bandeira do Brasil e na bandeira de Israel. Estavam contagiadas sob o efeito da “alma coletiva alienada” ou, Inconsciente Coletivo da Alienação. Estava a multidão a reagir sob o efeito discursivo de um sujeito sem escrúpulos, de um político sem nenhum caráter, que soube tirar proveito da condição de carência crônica, ou estado emocional de necessidade persistente e inadiável de afeto, atenção e validação externa.
O vazio interior constante causado pela carência passageira que não mais passava, carência estacionada na falta, pessoal e coletiva de autoestima, e na impossibilidade de manter um relacionamento saudável consigo mesmo e, consequentemente, com os outros. Essa multidão de patos Donald patológicos caiu no fosso pulsional verbal de um demagogo psicótico. Um demagogo fascista fixado em ditadura e em seus torturadores.
O demagogo Bozo abraçou a multidão de zumbis carentes. Pessoas vulneráveis, sofredores angustiados, humilhados, aflitos, desconsolados, tristes, fragilizados, infelizes. Juntou-se a fome dos abandonados, órfãos do Estado de direito, com a vontade de enganar a multidão de desvalidos com discursos enganadores do patriarca Bozo Bolsonaro.
O ódio do “Gabinete do Ódio” casou-se, sem noivado, com o ódio dos zumbis, carentes de tudo, contra a vitória da democracia. A inveja invencível contra a permanência do torneiro mecânico no governo do país. Os descendentes negros negreiros de trezentos anos de escravidão, enrolados com a bandeira do Brasil e de Israel, em posição de lotus, faziam serão frente aos quarteis generais dos militares que apostavam na volta ao poder.
O Capitão Brancaleone e seu exército de zumbis sob o “efeito manada”, aliado da Faria Lima, estava pronto para tomar o poder, somando-se à parte apodrecida dos militares militantes da volta à ditadura. As instâncias da sociedade democrática não permitiram. A sociedade democrática organizada, a sociedade civil e os militares constitucionalistas, não se deram por vencidos. Mas...
As tentativas de golpe continuaram a se revezar. E ainda hoje, 25/5/2026, não cessaram de acontecer. O candidato à presidência da República dos golpistas, vive politicamente envolvido em eventos pouco recomendáveis a um postulante ao Palácio do Planalto. Mas, o Congresso Inimigo do Povo está do lado dele, querendo que o mais incompetente presidente que este país já teve, volte a infelicitar a pátria amada pelos brasileiros que não são traidores da pátria.
DECIO GOODNEWS
Enviado por DECIO GOODNEWS em 25/05/2026
Alterado em 28/05/2026