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JUDEU, POVO ERRANTE EM TODOS OS SENTIDOS —I—
JUDEU, POVO ERRANTE
EM TODOS OS SENTIDOS
—I—

O povo judeu é um povo tão intensamente ultrajado, troçado, diminuído, tão demasiadamente zoado, com um complexo de inferioridade mais abrangente do que as distâncias entre sistemas solares contadas em ânus luz, que ele se tornou, desde as mais remotas referências ontológicas, um “povo encolhido" em si mesmo, em suas próprias referências históricas e historiográficas.

A necessidade de auto exaltação, de sair do fundo do poço em que se encontra na memória dos outros povos e da humanidade, criou nele o encolhimento e ao mesmo tempo a dispersão: a Diáspora Judaica. Esta, os espalhou pelos confins de todos os demais povos, em todas as aldeias. O DNA começa no Oriente Médio, chamado de Levante: Israel, Jordânia, Palestina, vulgo Terra de Canaã:

Os hebreus e as doze tribos de Israel hão quatro mil (4000 ânus). Na Mesopotâmia, região da UR de Abraão, onde houve a formação dos reinos de Israel e da Tribo Judá, donde derivou o nome judeu. Jerusalém está no centrão político e religioso do “povo encolhido” na Antiguidade. Em Jerusalém se ergueram os Templos. Depois tombados.

Dois foram os marcos da dispersão: o exílio na Babilônia, quando o rei Nabucodonosor II destruiu o 1° Templo de Salomão em 586 antes de Cristo. O II° Templo destruído em Jerusalém pelo Império Romano em 70 depois
de Cristo, sob comando general Tito.

O DNA do povo judeu se manteve coeso e a ancestralidade preservada, apesar de quase dois mil anos após a Diáspora, a dispersão geográfica. O subgrupo dos Asquenazes, Europa Central e Oriental, os Sefarditas do Mediterrâneo e os Mizrahim no Oriente Médio, mantiveram as raízes comuns apesar da mixagem de raças, cruzamentos e misturas.

A antropologia genética aponta que as comunidades judaicas viveram relativamente isoladas durante grande parte da história. Isto preservou marcadores genéticos característicos. A genética afirma: a identidade judaica, histórica e cultural, não existe em um único "gene judaico" puro ou isolado. Essa intersecção entre etnia, religião, cultura e história compartilhada é por demais complexa.

Populações judaicas compartilham marcadores genéticos, indicam uma ancestralidade comum no Levante (Oriente |Médio). O conceito de DNA puro é obsoleto, inexiste. O mosaico da ancestralidade é misto. Os judeus Asquenazes possuem em média de 40 a 50% de DNA do Oriente Médio, mixado com herança genética do sul da Europa.

Dividem-se, os judeus, em multiplicidade de grupos étnicos, cada grupo com influências genéticas localizadas. A identidade deles se constrói na tradição de costumes e na fé religiosa. A herança cultural de valores, costumes e línguas, o iídiche, os textos transmitidos, ditos sagrados. A herança biológica fornece pistas de herança familiar nas árvores genealógicas: comprometimentos genéticos, doenças conhecidas por “gargalo populacional” ou “efeito fundador”, devido a casamentos dentro da comunidade pelos séculos e séculos:

Doenças genéticas têm prevalência em comunidades judaicas asquenazes: a doença de Gaucher, doença de Tay-Sachs, disautonomia familiar, doença de Canavan. Mutações nos genes BRCA1, BRCA2, aumentam o risco de câncer de mama. Ovário, próstata e pâncreas. Ter ancestralidade judaica não quer dizer ser judeu diante das leis judaicas. Você pode ter marcadores genéticos judeus e não ser considerado judeu. Sem nenhuma herança biológica judaica pode se converter ao judaísmo, passar a ser parte plena desse povo.

Necessário afirmar que nenhuma população no mundo Cão, o mundo no qual vivemos, possui um quadro genético simples, ou Quadro de Punnett (Xadrez Mendeliano) uma tabela genética que prever as probabilidades de gerar um cruzamento com descendentes de determinados genótipos (genes) combinados, definidos e fenótipos (caracteres físicos).
DECIO GOODNEWS
Enviado por DECIO GOODNEWS em 19/05/2026
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