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A ALMA SIMPLES DESEJA SALVAR-SE
A ALMA SIMPLES
DESEJA SALVAR-SE

A Alma do Mundo Cão, do mundo dos investidores ávidos, sôfregos, aventureiros, tem sua sede na Faria Lima do Templo de Salomão. O deus deles é o demiurgo, denunciado pelos Gnósticos, enquanto o deus criador do Antigo Testamento e do Templo de Salomão. Ele, deus demiurgo judeu, é o artesão inferior do inferno material limitado, guardião das fronteiras que aprisionam a humanidade na miséria das mitologias criadas por ele, demiurgo, o Javé Elohim da Veja.

Os Gnósticos afirmavam que o demiurgo não era o Deus Pai de Yeshua, O Ungido, O Messias, O Príncipe da Paz, O Alfa e O Ômega. O demiurgo é uma entidade invejosa do Poder Real do Deus da Verdade, da Realidade Suprema. Ele, o demiurgo, era um sabujo servil do mundo material criado por ele: Adão, Lilit, a Serpente do Paraíso, Eva. Isto não excluiu a veracidade de algumas das muitas narrativas do Velho Testamento.

O Velho Testamento na interpretação mística, oculta, diz que o Templo de Salomão representa a ordem material nas colunas Jachim e Boaz que simbolizam nele, Templo de Salomão, o equilíbrio imposto pelo demiurgo, deus impostor, ignorante das demais realidades universais da Criação e de seus desdobramentos, aprisionado que está nas realidades do mundo físico da material idade.

O demiurgo pertence às hierarquias dos criadores inferiores, da Auto observação narcísica. A vaidade obsessiva, o fez perder o sentido e os limites da própria realidade. Auto enclausurado no Narciso de si mesmo, apaixonou-se pela crença em sua imagem espelhada. Nela acreditou. A crença de que era o criador do universo o tornou vaidoso possesso. Seu ego inflado nessa falsa convicção, criou as condições de sua própria ruína.

Sua imperfeição estrutural fez com que acreditasse nos arcontes, seres espirituais de malignidade inconteste. Eles convenceram o demiurgo de sua suposta divindade, que deveria manter o mundo material, não como uma prisão, mas como criação divina. O judaísmo impede as almas humanas de alcançar a verdade (“Conhecei A Verdade E A Verdade Os Libertará”). Verdade afirmativa do mundo espiritual. O judaísmo as mantém nos ciclos infinitos de reencarnação para uma vez prisioneiras dessa lei do eterno retorno, não possam evoluir e quebrar o muro de suas lamentações em direção
à prática da Teoria da Evolução Espiritual das Espécies.

Experiências negativas, crenças perversas, sofrimento, doenças, crueldade, improbidade administrativa (Banco Master, BNB e quejandos) vícios, judiaria política, maledicência, características da gestão econômica e financeira dos mestres que coabitam no interior dos prédios de escritórios da Faria Lima: os mestres do Banco Master e de sua curriola de pervertidos, que mantêm o Congresso enquanto inimigo do povo.

A perversidade induzida manipula os interesses escusos do Congresso Inimigo do Povo, e torna os eleitores do evangelismo ingênuo, cúmplices inconscientes do Bozonarismo de encenação. Este, cria situações sociais imaginárias, visando obter apoio para seus enganos e sedução política baseada nas mentiras rituais que violam os princípios da moral básica que deveria reger a política mesmo, não a política de encenação.

O Pacto Perverso da politicagem congressual induz os eleitores à votação em seus objetivos de manipulação. Lembremos dos 58 milhões de votos que o Bozo obteve na eleição presidencial que proporcionou ao atual presidente da República seu terceiro mandato. A Alma do Mundo Cão está a reger os arcontes políticos a partir dos demônios do Templo de Salomão.

A perversidade dos gestores e pastores da Faria Lima é uma arte. O objetivo dela é fazer com que a corrupção se faça presente na sociedade enquanto normalidade institucional. A satisfação da familícia Bozo e de seus apoia dores, é ver o povão sofrer nas galerias das galeras atormentadas das estações de trens e metrôs, onde a esperança os move em direção ao sonho sonhado no sono de outro dia menos derrotado.

O povão amontoado nos coliseus do futebol, fixado na programação Tv visível do sofá da sala de jantar, vendo o show dos Caetânus e Shakiras, produzidos para a veneração de milhões de aficionados da música popular para fãs fantoches, escravizados por melodias melosas, melodias para os aplausos enfáticos de multidões seguindo a canção, o artigo do dia nas escolas, nas ruas, campos, construções.

Todos na multidão, caminhando e cantando e seguindo a canção. A canção que deseja saber fazer a hora, e não ir no embalo do esperar acontecer. As pessoas da multidão, presumo, querem fazer acontecer uma realidade que as favoreça, não ficar seguindo uma realidade que as esqueça. A multidão de eleitores quer saber fazer a hora, não esperar a hora acontecer à revelia de seus interesses financeiros, econômicos, culturais. A escala 6X1 está sempre à espera da poeira das controvérsias congressuais baixar.      

Pelos campos há fome em grandes plantações. Pelas ruas marcham os trabalhadores como se fossem buchas de canhão. Flores no lago congressista dos narcisos parlamentares enfeitam a testa da deputada Julia Zanata, e de sujas pautas germânicas em favor do capitão Bozo e de suas agendas que têm, sempre em pauta, o golpe de Estado em suas conexões com seus filhotes, saídos do cangote e do cangaço da ditadura.

Perdidos de armas na mão, nos quartéis ensinam a mesma lição: “morrer pela pátria e viver sem razão”. Nas escolas, nas ruas, campos, construções, os brasileiros vivem uma única intenção: querem viver pela pátria de uma canção ainda em fase de composição: uma canção que não cante o refrão do golpe de Estado, referendado por um Congresso que não seja inimigo do povo e de suas aspirações, as mais simples:

Fazer acontecer a pacificação dos corações exaltados pelo Gabinete do Ódio do Bozo e de seus cabos e soldados orientados a depredar outra vez a sede dos poderes, visando obter um país, não em favor dos interesses dos brasileiros, mas em favorecimento ao narcisismo político de seus afiliados e apoia dores mitômanos.        
DECIO GOODNEWS
Enviado por DECIO GOODNEWS em 18/05/2026
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