MATERNIDADE SODOMIZADA: O FETO CONTAMINADO. O FILHO QUE NÃO NASCEU
MATERNIDADE SODOMIZADA:
O FETO CONTAMINADO
O FILHO QUE NÃO NASCEU
Tenho me perguntado, desde a infância, porque há uma hegemonia, uma supremacia, a aceitação cultural da pandemia gay por toda a sociedade dita humana. Em todos os países há uma Adami zação das multidões, das novas gerações. Eu me perguntava: Adão era adamado??? E eu mesmo me respondia: “ele facilmente se permitiu ser levado pela sugestão de morder a maçã, pela mulher Eva". O casal criado pelo Demiurgo, deus judeu criador de mitos e do terror infligido pela Arca da Aliança aos demais povos contemporâneos dos judeus na época..
Eva de origem hebraica, por sua vez, foi muito facilmente convencida pelo argumento da serpente advinda da Constelação do Serpentário. Eva deriva de Chava/Chavah, quer dizer “a que vive”, “cheia de vida” “a mãe da vida”. Mãe de todos os seres sapiens viventes, de todos os seres sapiens escravos, serventes. As variações do nome são muitas: Evelyn, Evangeline, Eyadne, Ava... A pandemia Gay que efeminou o sexo masculino, está a transformar homens em multidões de seres adamados: seria um vírus, um implante Et, a causa dessa trans transformação??? Não, foi simplesmente a normatização das taras ancestrais, herança das civilizações mais antigas que a Babilônia. A Babi, nossa mãe.
Após muitas leituras, investigações científicas, decifrações bíblicas, a conclusão surgiu igual insight, repentinamente:
—Sim, pensei, só pode ser isso. As mulheres são sodomizadas desde tempos muito, muito remotos. O condicionamento sodomita faz parte da cultura da espécie. Lembremos de Sodoma e de seus habitantes querendo sodomizar até mesmo os Anjos do Senhor. A consequência, sabemos pela Bíblia, a extinção de Sodoma pelo fogo. Pode ter sido uma queda de milhares de meteoros, pode ter sido a explosão de uma bomba atômica celestial.
Mas, como se explica na cultura atual, hegemônica, globalizada, a sodomia ampla, geral, irrestrita??? As narrativas de mulheres sodomizadas em conventos são antigas, as pererecas perseguidas por demônios em todas as épocas, em todas as eras, nas quais não havia ainda a escrita, os relatos bíblicos no Gênesis (Sodoma e Gomorra e demais cidades no Vale de Sidim. Ezequiel 16: 49,50). As civilizações mais antigas e seus esquemas de leis pretensamente repressivos à sodomia, os registros da Inquisição nos séculos XVI e XVII, evidenciam uma cultura sodomita generalizada.
Os relatos de escravos sodomizados em Sergipe (1678), no México (1576), em todas as capitais do mundo, a censura sistemática de narrativas tais como “Os 120 dias de Sodoma”, a destruição do mundo pelo Grande Dilúvio devido a degradação coletiva trivializada, as destruições anteriores da vida no planeta, das quais não se tem notícia literária, as experiências libertinas nas Cortes da Babilônia, Roma, Grécia, Pérsia, em que estavam envolvidas mães, esposas, filhas, séquitos de jovens submersos em paixões sadomasoquistas reveladas em textos armazenados em bibliotecas particulares proibidas. Na Biblioteca do Vaticano.
Do catálogo de perversões do autor Marquês de Sade, 1785, aos escândalos sexuais envolvendo a alta cúpula, ou cópula, dos governos de países europeus, asiáticos, até o atual, escandaloso e doloso envolvimento do presidente dos EUA, Trump, O Trambiqueiro, amigo íntimo de Jeffrey Epstein, nos eventos de pedofilia nos quais estavam presentes milionários de todas as partes do “mundo dos Raimundos”, a registrar o irmão do Rei Charles III, o Príncipe Andrew, e ex-presidentes dos Estados Unidos, convivas da Ilha de Epstein, a frequentarem garotas de programa da “geração Z” de sodomitas programadas nos celulares, onde se põem os ovos da serpente.
No Contexto Sociológico e Antropológico (Antropologia Física ou Biológica) a PSIcologia estuda comportamentos, pensares e emoções, através de expedientes e procedimentos internos, tais quais o sistema nervoso, o cérebro, os neurotransmissores, os hormônios que influenciam as pessoas, suas personas, a personalidade e as reações culturais ao meio ambiente. Ou seja: os mecanismos físicos da genética, a base física da vida, as ações e reações, nossa origem ancestral primata: os fósseis, o racismo científico.
A "adamização" é conceito que descreve a descendência comum entre povos, grupos raciais a partir de Adão e Eva. Essa visão, século XIX, promovia a ideia de que africanos compartilhavam a ancestralidade com brancos, e servia para negar a ancestralidade africana e ameríndia, ao promover o determinismo biológico que justificava a inferioridade dos negros e povos indígenas nativos, habitantes originais da América anterior à colonização europeia. A sodomia dos branquelas europeus era, supostamente, superior à sodomia daqueles demais povos.
Não apenas as relações sodomitas envolvendo garotas brancas, morenas e moreninhas negras e quejandas, judias, asiáticas, mas, desde o Brasil Colonial, é do conhecimento de autores historiadores, que a sodomia “imperfeita” (coito anal entre homem e mulher) e a sodomia “perfeita” (coito anal entre homens) era prática comum, segundo relatos dos cronistas europeus e americanos sobre o Brasil Colônia.
Na história indígena do Brasil Colônia as práticas homoeróticas entre os índios Tupinambás, conhecidos por timbiras, eram socialmente aceitas antes e depois da repressão europeia da Inquisição. Na época, os bordéis portugueses eram muito acessados para a satisfação das incontáveis taras sadomasoquistas de seus frequentadores, tal qual ainda hoje se verifica nas saunas gays da Rua Augusta e quejandas.
A influência literária do catálogo de perversões no romance do Marquês de Sade se afirmou na participação, ao longo dos dois séculos que se seguiram à publicação dos “120 Dias De Sodoma”. Ilustres leitores se manifestaram sobre ele, a exemplo de Theodor Adorno, Roland Barthes, Samuel Beckett, Simone de Beauvoir.
Voltemos às razões que motivaram a pandemia do “nazismo gay” (amplo, geral e irrestrito) no mundo inteiro. O coito anal praticado em mulheres grávidas, pode ser sentido, em suas vibrações, pelo bebê. A mãe, por sua ligação fetal (o que a mãe sente é sentido pelo bebê), “magnetiza” o líquido amniótico. Essa empatia vai além do físico: alegria, medo, ansiedade, provocam reações químicas no corpo da gestante. Tais impressões são transferidas para o feto por meio do cordão umbilical, tubo flexível de conexão entre o bebê e a placenta.
A mãe, real e figurativamente, fascina o bebê, por ele é fascinada. Ambos se atraem intensamente. Dependem-se mutuamente. Sondam-se entre si. Veias e artérias servem de transporte para levar ao feto o sangue oxigenado e nutritivo. A placenta, responsável por conduzir nutrientes e filtrar o oxigênio, produz hormônios: A placenta é uma interface entre a mãe e o feto. O que a mãe sente em suas relações com o mundo externo, influencia na formação e desenvolvimento posterior do embrião. A ciência afirma que as emoções de prazer da mãe impactam o bebê em formação, e podem sim, influenciar seu desenvolvimento. Hormônios, cortisol (ligado ao estresse) e adrenalina podem, em excesso, alterar o desenvolvimento neurológico da futura criança.
Fica evidenciado que na hora do bem-bom, do fuque-fuque, nem o pai nem a mãe estão pensando na saúde do feto e da futura criança. Estão plugados na emoção do orgasmo. O bebê não é, por um segundo, considerado em seus desdobramentos evolutivos. Talvez seja por isso que a “pandemia gay” tenha ganho o mundo de modo amplo, geral e irrestrito. A criança já nasce propensa à aceitação do que lhe foi transmitido anteriormente pelas relações sexuais dos pais. Estes, banharam o líquido amniótico com suas sensações prazerosas possessas, e, em consequência, há influências na vida posterior do ser humano adulto delas, sensações possessas, decorrentes.
Em PSIcologia “sodomizar” está associado a comportamento abusivo, poder e dominação (site Psicanálise Clínica). A paternidade sodomizada descreve uma situação de submissão e controle na maternidade submetida ao abuso, onde o corpo da mãe é tratado com lascívia, luxúria, avidez, anseio, cupidez, virulência sádica: é a instrumentalização da mulher para alcançar o objetivo do orgasmo, sem considerar que o feto está lá, a empatizar as sensações derivadas do coito. A tecnologia da gravidez sinônimo de insensatez. A conveniência do casal é o que importa.
A “maternidade sodomizada” é uma verdade associada ao futuro adamado da humanidade em franco processo de perdição gay, geracional. A futura criança, o futuro jovem, o futuro adulto nascem sob o signo de uma alcova de amantes bossa nova. Amores romantizados nas canções que soarão sinistras, se bem avaliadas na voz emocionada do Frank Shakira Sina Sinistra, Sinatra das massas, a ecoar através de plateias de dondocas e teteias das mentes e emoções proletarizadas, nos salões onde reinam os Trump e os Epstein de areia nas praias da Copacabana globalizada.
O filho que nasce da mãe sodomizada durante a gravidez, é como uma fruta que passou do ponto. Apodreceu antes de ser parido, concebido. Poderia ser um excelente produto da afirmação da Criação divina no tempo de sua própria realização, mas virou algo como a saudade materna ao arrumar o quarto, como diz a canção, do filho que já morreu. A perversidade materna é o cemitério do filho que não nasceu. O bebê que nasceu é um produto da cupidez de um erotismo mórbido, que vai fazer parte da multidão de almas penadas a serviço dos Arcontes. Arcontes visam manter a humanidade prisioneira do mundo material de seus interesses. Os Arcontes dominam e forjam o mundo segundo suas aspirações de impedir que a centelha divina seja compartilhada na verdade de uma existência com base na Criação autêntica, sincera, do Criador. Do Criador que não é um falso deus. O mundo está tal qual está porque produto do deus judeu do terror: o demiurgo das mitologias judaicas. O Demiurgo Natanyahu (Netaniahorror) que, atualmente, bombardeia e mata escolas com crianças em aprendizado infantil.
DECIO GOODNEWS
Enviado por DECIO GOODNEWS em 04/05/2026
Alterado em 11/05/2026