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BENJAMIM “BIBIP-BIBIP"” NETANYAHU, SEU “DOPPELGÄNGER” TRUMP
BENJAMIM “BIBIP” NETANYAHU
E SEU “DOPPELGÄNGER” TRUMP

Não há direito divino, sagrado, humano, político ou jurídico, que justifique a perversa intervenção dos EUA/Israel no Irã. Mas há uma explicação perfeitamente racional da invasão dos fogueteiros do militarismo sórdido, criminoso, hostil, injurioso no território iraniano, por parte Trump, O Trambiqueiro da Casa Grande e Branca.

Benjamim “Bibip” Netanyahu, o “Bibip” significa a onomatopeia de um calhambeque jogado fora no ferro velho da política mundial representada pelo Knesset, o parlamento unicameral de Israel. “Bibip” Netanyahu USA e abUSA da vaidade e da megalomania do presidente dos EUA, para utilizar o poder bélico do governo americano em proveito dos interesses de Israel no Oriente Médio.
Pato Donald Trump, O Trambiqueiro, não é nominalmente judeu, mas sua família foi infiltrada pela influência judia de Jared Kusher, judeu casado com sua filha Ivanka Trump. Os judeus, sabemos, são historicamente conhecidos por suas tramoias religiosas (mitos do pretenso “povo escolhido”) políticas e econômicas em benefício de seus interesses, os mais inconfessáveis.
Infiltrar Jared Kusher entre os familiares de Trump significa uma influência mais que indireta na mente super megalomaníaca do velho gorila louro trambiqueiro, titular da presidência na Casa Grande e Branca. Netanyahu USA e abUSA desse velho megalô que se quer também descendente dos “arianos”, raça supostamente superior que teria dado origem aos povos germânicos da “raça ariana” nórdica.

Os nazistas do III° Reich consumaram a ideia de que a Alemanha era uma continuidade do império ariano histórico. Império que buscava manter a “pureza” racial baseada no sangue da comunidade consanguínea dos povos germânicos. Eles Promoveram o Holocausto durante a vigência da IIª Grande Guerra. Mas os judeus, sabemos, estão sempre do lado de quem leva vantagem política, econômica ou no comércio mundializado de sua suja dominação de países através do “comércio das sombras” de ideias satanistas surgidas desde o tempo do Templo de Salomão.

Os judeus são muito semelhantes aos nazistas na intenção de dominação do mundo. Os nazis querem a dominação do mundo para sua suposta superioridade ariana: preservação da “raça pura”. Os judeus do mosaico israelita, se definem o “povo escolhido” para ferrar com os outros povos do mundo a partir de suas tramas e traumas socio políticos e econômicos, baseados nos mistérios e tradições místicas e esotéricas da Cabala e da história mítica do judaísmo. Ambos insensíveis, cruéis e inquebrantáveis.

Trump, O Trambiqueiro, esse gorila louro “ariano”, cagão nos fraldões sempre cheios de cocô, gera, com sua política instigada pelos israelitas do “Bibip-Bibip” Netanyahu, consequências catastróficas para a população iraniana. E Mundial. Segundo informes da ONU, 3,2 milhões (3.200.000) pessoas, seres humanos, ficaram sem suas casas, apartamentos, bens móveis e imóveis, em consequência dos bombardeios intermitentes em seu território.

A principal alegação do “Bibip-Bibip” Netanyahu e de seu “doppelgänger” estadunidense, o cagão nos fraldões cheios de cocô, o Trump da Casa Grande e Branca, é de que o Irã estaria prestes a construir uma bomba atômica. O medo descomunal da Israel do “Bibip-Bibip Netanyahu”, se justifica pela incomensurável lista ou arquivos de barbaridades cometidas por Israel contra os povos habitantes nos territórios palestinos. O mundo sofre vexames econômicos, inflacionários, para que a perversidade psicótica do “Bibip-Bibip” de Israel e de seu “doppelgänger” nos EUA, possa ir prevalecendo.  

As malas cheias de culpas dos políticos israelenses devido as barbaridades cometidas contra os palestinos ao longo de sua História, dariam para encher os compartimentos de bagagem de muitos navios e aviões. Daí, o medo existencial, fenomenal, de Israel, da bomba atômica iraniana. Medo irracional, desde que o Irã usa suas reservas de urânio enriquecido para outras finalidades, que não a bomba.

Está a acontecer no Irã, o que aconteceu durante a invasão dos EUA no território do Iraque em 2003. A justificativa de então era a de que Saddam Hussein tinha armas de destruição em massa. O “Grande Satã”, denominação dos EUA pelos palestinos, não encontrou nenhuma arma que justificasse a invasão, mas o conflito gerou grande instabilidade no Oriente Médio: milhares de mortes e críticas à “inteligência” americana.

A estratégia americana de dominação do mundo se faz presente também no Canadá, na Dinamarca (Groenlândia) nas ameaças aos países latinos americanos. A Venezuela sofreu intervenção, e o ditador megalô, “Maduro Caindo de Podre” foi sequestrado pelas FFAA de Trump, O Trambiqueiro. Colômbia, México, Cuba, e demais países da área latino-americana, estão ameaçados de ser incorporados ao Manicômio Particular da Política da Casa Grande e Branca.

Certamente há conivência de outros países da panelinha (conspiração dos bilionários globalistas poderosos) das potências invasivas que comandam a política econômica do Primeiro Mundo Cão. Eles inventam qualquer pretexto e vão em frente porque sabem: o resto dos países do mundo são liderados por presidente e primeiros ministros covardes, que não valorizam a democracia em seus países e no mundo incivilizado dos trambiqueiros.            
DECIO GOODNEWS
Enviado por DECIO GOODNEWS em 22/03/2026
Alterado em 25/03/2026
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