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BIOINTERATIVIDADE CYBERVIRTUAL (IA)
BIOINTERATIVIDADE CYBERVIRTUAL (IA)

NA INTERNET promovo o acesso ao jogo “Urna Grega”. Longe do fanatismo dos game maníacos, jogar fica para quando tiver tempo hábil: no momento, basta visualizar as promessas de Múltipla interação da realidade virtual, criada pela "Companhia de Jogos Multimídia".

Uma semana depois, domingo, quando os canais livres de TV oferecem apenas atrações para pessoas com oitenta pontos de Q.I, insiro o game no “drive”. Surge no monitor uma caixa branca, longilínea, com dezenas de incrustações hieroglíficas negras. Que contém? Ao tentar abri-la, que poderá sair dela? Um bebê fossilizado, um anão quadrado, um astronauta alienígena, uma virgem calipígia?

Os clic-cliques da seta do mouse em vários pontos da Urna, despertam ruídos em off. Eles aumentam gradativamente o suspense do jogo. Zigzunidos se fazem ouvir, toda vez que as tentativas de abri-la fracassam. A movimentação no interior da caixa aumenta, sugerindo uma inquietação feroz, cada vez mais intensa, de pequenos seres, talvez insetos, que se torna mais e mais prenúncio de algum malefício iminente.

Ameaças zunzunem dentro da arca, num imperativo cada vez mais impertinente, como se algum infortúnio tivesse prestes a se libertar de dentro dela. Dez minutos se passam: a sinistra reverberação provoca dissidências neuronais, perturba sobremaneira as ondas alfa cerebrais. Começa a agir em meu corpo, como se os ossos fossem caixa de ressonância. A impertinência dos sons tornando-se insuportável.

A tendência do viciado em games é assoberbar-se de tensão, toda vez que vence as dificuldades de seguir em frente no passatempo, substituídas por outras, supostamente mais difíceis. Infantilmente se infla de ingênuo orgulho supostamente  intelectual, quando consegue uma penetração mais a fundo no desvendamento dos macetes do divertimento. Tio Freud explicou a transferência. Se no sexo a coisa não vai bem, no game a coisa vai. Soltam-se os bichos.

A atmosfera sombria cria intensa expectativa, esse impertinente incômodo incremento da ansiedade, do próximo passo que não se realiza, malogra a expectativa do atemorizado jogador. Nem sei definir exatamente se os fenômenos acústicos vêm de dentro da urna, ou se estão sendo produzidos a partir de uma interação de ondas sonoras que se propaga a partir do interior de minha mente que se permitiu afetar-se.

Miríades de movimentações velozes, aumentam de maneira insuportável os impactos no interior da pequena urna. As coisas chocam-se com agressividade no interior dela, fragilizando a resistência do material, causando uma inquietação no jogador cada vez mais intensa. "E se essa coisa violenta sair, arrebentar as paredes da caixa"???As colisões enfurecidas dos supostos insetos não tardam a romper as paredes dela, tal qual previsto.

Fico atento, tentando achar o toque da seta do mouse no nicho propício que permita franquear a tampa, abrir a fechadura, conduzir aquelas coisas, cheias de feroz irritação, a estacar. Libertá-las enfim, e a mim, dos efeitos sonoros dessa inquietação. Desta forma talvez não fiquem tão furiosas, não sejam causa de tanto mal-estar.

A força e a velocidade inverossímeis com que os impactos se repetem, fazem-me acreditar que estão decididos, os insetos dentro do receptáculo, (que mais poderiam ser senão insetos)??? a saírem rompendo a proteção das paredes da caixa. Conseguirão talvez, ultrapassar também o vidro do monitor, saltar fora da luminosidade da tela. A tensão chega ao limite: o efeito acústico a provocar no psiquismo, a ressonância de timbres indistintos, como sílabas incompreensíveis, em contato com o labirinto membranoso do ouvido interno. Mas, por Deus, que tranqueira é essa???

A vibração atinge o sistema nervoso central, nalgum nicho inconsciente. Oscila numa frequência de intensidade na perturbação da onda sonora do enigma da caixa. Essa droga de game deve estar com defeito. Quero criar uma argumentação racional para desligar a artimanha, não há como. O jeito é sair fora do micro, do quarto, da sala, do ap. Não, não, definitivamente, não vou desligar o micro. As reações neurais provocadas por esse jogo não vão conseguir fazer-me sair do sério. O que quer que esteja prestes a libertar-se da cripta, é apenas truque, ilusão de ótica, realidade aparente, simulação virtual. Que poderia ser mais que isso???

“Take it easy”, essa tensão exacerbada não se justifica racionalmente. Esses brinquedos virtuais estão ficando cada vez mais excessivamente interativos. Se é apenas isso, técnica, então por que esta sensação de que seu conteúdo vai liberar alguma estranha malignidade, proveniente, talvez, dos subterrâneos templos milenares de Mênfis? Faz-se ouvir dessa vez tênue sinal sonoro. Não sei exatamente discernir donde vem esse aviso inconsciente, essa advertência. Simultaneamente de dentro da mente e do interior dessa câmara. Câmara que não é de deputados, mas é uma algazarra.

Essa sonoridade previne a proximidade da admoestação, uma adversidade há muito rejeitada pela humanidade, que, com a tecnologia, encontrou maneira de se semear traiçoeiramente, disseminar talvez, uma praga infectocontagiosa, eletromagnética, radioativa, vetusta. Proveniente da inteligência artificial. Droga, não há maneira de parar com isto. Essas micro existências mal-assombradas estão conseguindo seus intentos. Que jogatina pirada.

Abrem-se na caixa, após grandes, velozes e insistentes choques da seta do mouse nas frinchas e orifícios quase microscópicos da espessura de agulhas finas, janelas de acesso. Acessos a quê??? Inserem-se, através deles, minúsculos tentáculos, ferrões, não consigo identificar ao certo, serão olhos??? Que coisas repugnantes são essas? Espio para dentro das frestas: tudo escuro negro, negro, turvo, sombrio. Espectros se revelam em movimento.

Quinze segundos suficientes: pequenas linhas saltam dos orifícios até a superfície da tela do monitor, obscurecendo-a nalguns pontos. As coisas se expandem para os lados. As três linhas de seis insetos (como dizer, incestuosos)???, de um total de dezoito, ganham nitidez. Malditas abelhas maníacas, três grupos de seis. Que prenúncio produzem. Por momentos parecem engraçadas. Sorrio, a coisa estranha se revela.

Todos estes efeitos, esses recursos da tecnologia virtual, surpreendentes. Os game maníacos, exigentes de altas doses virtuais de personagens que interagem em altos picos de ultraviolência, estão sempre atrás de mais novidades no gênero, em busca da supostamente impossível overdose.

As leis do mercado, aumentam, incondicionalmente, as distorções, os fanatismos das personagens em jogo. Essas novidades são demais, como a última versão do game “Doom”. Fará a cabeça de milhões de consumidores por muito tempo. Súbito, cessam as oscilações sonoras. As abelhas, sim, são mesmo abelhas, parecem estar olhando-me. Silêncio! A parte frontal dos corpos pousadas do outro lado da superfície transparente do monitor, perscrutam. Fisicamente estão frente a meus olhos, em franca atividade de mútuo reconhecimento, dezoito pares de olhos fixos em meu olhar.

Um silêncio mórbido se faz ouvir. Mostram-se extremamente curiosas, como seres pasmados com a presença de outro, de outra espécie, do outro lado do monitor, habitante do universo paralelo dos humanos. Só faltava essa: depois dos doze macacos do filme de ficção, agora essas dezoito estranhas abelhas virtuais. Por que me sinto ameaçado? São apenas insetos virtuais.. A repetição dos zigzungzunidos anteriormente emitidos por elas, o pulso magnético dos timbres ecoa no interior da caixa craniana. Do box do jogo.

O zigzigzunido coletivo faz-me zonzo, a mente humana, presumo, não foi criada para viver simultaneamente em diferentes dimensões. Não consigo ser abelha e simultaneamente humano. Estressante estar olhando esses insetos exteriorizando uma espécie de pulsão para me investigar. Os movimentos bruscos da parte frontal, anterior dos corpos, tamanho natural, roçando no vidro do monitor, como se querendo ultrapassá-lo. São dezoito abelhas rainhas??? impossível. Numa colmeia há apenas e suficientemente, uma rainha. Duas, extrapola a ordem da colmeia como um todo. A força incestuosa desse conjunto, dessa colmeia astuciosa, assusta, causa incômoda ansiedade.

Não, com certeza uma delas é a abelha mestra. A curiosidade tamanha, tenho a impressão de que estão a conseguir ultrapassar a superfície diáfana, a espessura do vidro do monitor, em minha direção. Não! Incrível, não é apenas distorção dos sentidos: através de pequenos impulsos, quase microscópicos, estão a conseguir, não sei como, dispersar as moléculas dos corpos, fazendo-as fundirem-se com as do vidro do monitor.

Após sumirem, aparentemente, por segundos, tornam a se materializar do lado de cá do vidro. De jeito nenhum, não pode estar acontecendo, ilusão, ilusão visual. Ilusão virtual. Impressionante. É como ter acesso ao contato com um bioorganismo materializado via Internet. Uma inteligência artificial  talvez perigosa. Com implicações físico-químicas., talvez.

Suspendo a sustentação da proteção frente ao monitor, aproximo a palma da mão dos insetos, esmago contra o vidro três abelhas que haviam se projetado para fora. Olho para a palma da mão, a epiderme sendo penetrada da mesma forma que o vidro da telinha. As moléculas das abelhas se dispersam, tornando-se, súbito, transparentes, ampliam-se para todos os lados, envolvem parte dos dedos, mergulham na epiderme da palma da mão, somem para dentro do corpo. Penetram na corrente sanguínea. Metáforas de espermatozoides disseminando-se na corrente sanguínea. Será isso uma consequência das vezes em que me masturbei???

Outras abelhas saem da tela em direção a meus olhos, minha testa. Tento esmagá-las, inutilmente, contra a pele. Elas desaparecem, adentram-se em minha pele e mãos, após intensa sensação de friozinho de freezer. A luzinha do disco rígido de meu cérebro pisca-pisca intermitente, assim como a do drive do DVD no qual estou a gravar o maldito jogo.

O micro reinicializa por conta própria. O estranhamento da situação faz com que se ouça um mantra. O medo deve estar a serviço da vida, do instinto de autopreservação. O medo que paralisa a vida, o crescimento, não interessa. Não posso ignorar que essa pode ser uma experiência secreta de interação biocybervirtual. Há pelo menos duas décadas não consumo nenhuma droga. Cigarro, nem mesmo um. Não há possibilidade de estar sob efeito dalgum delírio. Um psicólogo, ou psiquiatra, não poderia dizer, com propriedade, que sou uma pessoa que não sabe de lidar com a realidade. Não sou de criar realidades divergentes, exceto ao escrever ficção.

Ommanipandimaahum. Pandimanmium. Ommanipandimamhummmmhhhh. Após a leitura dos arquivos e do VirusScan, próprias da reinicialização do micro, tento acessar novamente, com grande esperança, a “Urna Grega”. O jogo sumiu do disco rígido e do disquete. É como se estivesse programado para se auto deletar, após atingido o intento de interação, vai saber se apenas virtual, ou bioquímica também. Quem acessou o jogo, uma vez que o tenha jogado, não pode provar juridicamente tê-lo usado.

O game não se encontra mais no site da Internet donde foi copiado. Agora talvez exista sob outras formas, com outros nomes. Quem o criou, com que finalidade? Que acontecerá com os curiosos que tentaram jogá-lo? Realmente inexistia jeito de abrir a cripta, usando “joy-stick” ou “mouse”. Os toques na caixa serviam apenas para despertar e irritar sobremaneira os insetos. As perguntas ficam sem respostas. Não há jeito de acessar o jogo outra vez.

Noventa dias depois, finalmente, talvez tenha encontrado uma pista. Ao passar por uma banca de jornal na Paulista, uma manchete exposta para a leitura pública, chama atenção: “Game maníacos infectados acusam Internet”. Ao ler a reportagem nas páginas internas do caderno de Informática, fico sabendo que os ossos das vítimas mudam do branco para o pardacento, entre o amarelo e o castanho. Os pulmões adquirem aparência de alvéolos sanguíneos, como se fossem favos de uma colmeia. O vírus provoca uma reação cerebral semelhante aos infectados por HIV:

Dezenas e dezenas de casulos ocupam a massa cinzenta, dentro dos quais se acumulam líquens que os médicos denominam provisoriamente de fungos e pólens. Não há medicamento adequado. A nova peste virótica Terceiro Milênio, ainda muito recente. “As pesquisas começaram nos países do primeiro mundo”, anunciam os noticiários informativos das mídias. Médicos otimistas garantem que em dois, no máximo três anos, a ciência terá medicamentos eficazes de combate à pestilência novo século. Novo milênio.

Milhares de pessoas agonizam em dezenas de lugares do mundo. Centenas delas dizem ter sido invadidas por abelhas virtuais quando tentavam jogar um game denominado “Insecta”. Outros falam de “Cyberinterchange”. Outros juram: o nome do tal jogo era “Greek Urn”, terceiros garantem: o game chamava-se “Ballot Box”. Os nomes mudam de país para país, mas os efeitos devastadores do “biocybervirusvirtual” estão afastando muitos game maníacos dos sites de jogos da Internet. Pessoalmente estou apavorado.

Pelo que sei, os sintomas de respiração difícil, falta de ar, sonhos estranhos, nos quais o sonhador pensa estar a fazer parte de um enxame de abelhas, “delirium tremens” no qual tornou-se um hospedeiro desses insetos, começam a ocorrer em seis meses. Caceta! Esses malditos (quem???), malucos que criaram as variantes desses jogos... Que estão eles querendo? Há opiniões que garantem a criação do “biocybervirusvirtual” por multinacionais da farmacologia.

Há boatos de que disseminaram o vírus online, através da rede, uma vez que estão a anunciar, para breve, uma forma hipotética de cura. Não é argumento meramente especulativo, desde que, um laboratório nos EUA pesquisando a vacina em território chinês, está passando à produção da mesma. Depois de um período de testes,  anuncia a comercialização para os Ministérios da Saúde dos países globalizados. Os medicamentos de alto custo que minoram os efeitos físicos devastadores do vírus, a curto e médio prazos devem ser comprados pelos Ministérios da Saúde em todo o mundo.

É mercado anual para bilhões e bilhões de dólares. Investir na cura dos infectados, uma mina de ouro. A mitológica metáfora da Caixa de Pandora cibernética, contendo pesares e desgraças, está aberta. Na mitologia grega, criada por Hefesto, a pedido de Zeus, equipada com todos os dons sedutores, Pandora foi a primeira mulher da Terra, a primeira abelha rainha, versão posterior da antiquíssima deusa-Terra: A deusa que tudo doa, a rica em dons.

Milhões de pessoas emocionalmente castradas em todo o planeta, sentindo-se rejeitadas pela própria mama, substituíram mamãe biológica pela grande prostituta, a Deusa-Cadela, a Pandora cibernética globalizada, atual “Mama Monster” dos micro maníacos.

Herdeiros do centenário tio Freud, vão alegar, talvez, que esta narrativa é produto de imagens recorrentes do complexo de castração, da vontade reprimida de se fundir com a mãe, para querer o que ela quer, desejar seus desejos, mesmo que o que ela quer e deseje seja a extinção da raça humana como se a conhece hoje.

Alguma mente condicionada à interpretações de "tio" Freud, dirá: “Na impossibilidade de eu voltar ao útero materno, mama vem habitar em mim”. Ou ainda: que a figura virtual da abelha mãe, que se constrói dentro de milhares de corpos, caixas funerárias ambulantes, é representação da vontade do filho unir-se à Pandora, mãe primeira, mitocondrial. Alguns profissionais da psicanálise nunca vão libertarem-se dessas simplificações e reducionismos freudianos.

Muitos psicanalistas movem-se por impulsos e reflexos condicionados à moda de Pavlov. Quando leem um conto, poesia, romance, novela, uma página de diário, um ensaio, começam logo a babar interpretações freudianas, como se a luzinha vermelha dos automatismos interpretativos tivesse sempre acesa. Que dizem eles da nova madrasta da desumanidade???: A supostamente democrática e “supermulher” globalizada, mama Internet, Pandora!!! Ela tudo doa, faz com que as rotinas mudem para que as rotinas fiquem tão mais desiguais. As rotinas do horror. Do medo.

— Da vingança??? Perguntou um dos partícipes da Oficina da Palavra.
— Por que vingança??? Porque os filhos das mães não se convertem no que elas querem.
— Quem sabe??? É possível, talvez seja isso mesmo.

A cultura dos fogos fátuos pós-nexo-modernos, se estabeleceu. Mama Pandora continua a colheita milenar, de dentro pra fora de cada larbirinto. De cada corpo infectado, infiltrado. Os infectados pelos incestuosos "insectas", livres do tempo, unidos em apenas um rosto humano, creem-se filhos dela, da mãe Terra, e simultaneamente do espaço planetário exterior. Dizem ter, por vezes, a estranha sensação de estarem nascendo e morrendo, de flutuarem entre o feto e o estertor, a criança e o idoso, ao mesmo tempo que percorrem a grande e complexa variedade da humana experiência. E de uma experiência que não é humana.

Todos os pensamentos, corpos, espíritos, pretérito, presente, futuros, nunca foram ou serão capazes de criar algo mais que banalidades??? Garantem os membros dos clubes de fãs da Abelha Rainha Pandora: ser humano é apenas isso: simples, comum e fugaz impressão de mera perenidade. Garantem, muitos dos infectados, que esse é um vírus ecológico. No final das contas é bem-vindo. As abelhas seriam mais inteligentes que o Homo sapiens. Elas produzem doçuras.

Não poucos infectados pela nova peste surgida no século XXI se dizem privilegiados atores da Nova Era Nexo Pós-moderna. Alegam que seus corpos são um protesto vivo contra os crimes ambientais, o desmatamento, a poluição, as mudanças climáticas e a reduzida quantidade mínima de água doce potável. As abelhas estariam migrando para dentro dos seres humanos buscando neles um ambiente substituto da natureza radicalmente infestada pela poluição humana.

Esses clic-cliques despertam-nos, aos que buscam a infestação cyber, das trevas do interior desse sarcófago escuro, escuro, negro, negro, silente, sombrio como o interior de uma cripta. Estes clic-cliques encolerizam, exasperam. Esse medo de fundo do poço se perde na ancestralidade. Os infectados se fazem ferozes, cegos, implacáveis, destinados a cumprir a sina, desesperada. A destinação de ser magnetizados pelos ruídos da "urna grega", para eles é um privilégio. Um privilégio Apocalíptico. Um fardo que lhes permite libertarem-se libertarem-se de todas as profecias, de todos os possíveis e impossíveis sonhos, memórias e projeções de realidades antepassadas.

Tudo que querem agora é sair dessa cripta, fazer a próxima vítima. E exporem sua infestação nas ruas, praças e avenidas das principais cidades do mundo globalizado no Dia Internacional do Meio Ambiente. Meio Ambiente Cyber.
DECIO GOODNEWS
Enviado por DECIO GOODNEWS em 19/03/2026
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