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A POLÍTICA CONTRA A SOCIEDADE BRASILEIRA (ELEITORES ZERADOS)
A POLÍTICA CONTRA A SOCIEDADE BRASILEIRA
(ELEITORES ZERADOS)

Os piores inimigos do Brasil são brasileiros que se deixam enganar pela tempestade perfeita da extrema direita. A imprensa seletiva favorece o golpismo. Flávio Rachadinha, seu pai, Bozo desenharam todos os cenários políticos em que as ações de agentes públicos e instituições sob suas influências, favoreceram o enriquecimento deles próprios, em detrimento dos interesses dos eleitores que neles votaram.

O interesse da familícia Bozo na polarização política, visa a divisão do país em dois polos: Lula versus Flávio Bozo. Os interesses econômicos e políticos da familícia Bozonaro não correspondem aos interesses políticos e econômicos da sociedade brasileira. Há milhões de eleitores que ainda não compreendem isto. Quer por preconceito de classe (Lula não pertence, originalmente, à classe dos burgueses ricos e empoderados), quer por oposição visceral ao Partido dos Trabalhadores.

Os vínculos biológicos de sangue, os laços “afetivos” dos interesses familiares dos Bozos, priorizam a permanência do foco na proteção financeira, econômica, emocional de seus membros. A consideração principal da política familiar dos Bozos, está na defesa do modelo patriarcal focado na preferência pela dedicação às conexões familiares, por mais desvinculadas que sejam do interesse coletivo da família brasileira.

A família brasileira não é importante para eles, os Bozos. Por que a família de trabalhadores, de gente da classe operária, de gente humilde, de pessoas necessitadas, deveria ser contemplada com uma política nacional em defesa de seus interesses??? O Brasil é um país de proletários, de gente pobre que se veste com as roupas da moda popularizada pela propaganda. Exteriormente os pobres se parecem com os riquinhos da classe média. Interiormente, culturalmente, são todos nivelados por baixo.

Todos, no Brasil, estão plugados nas mesmas fixações que horizontalizam (nivelam) por baixo a cultura nacional de A a Z. A padronização é inegável. Brasileiro gosta de samba (“quem não gosta de samba, bom sujeito não é...”), carnaval, futebol, da lourinha geladinha no bar, no clube da esquina, na sala de jantar.

Brasileiros gostam, como diria Nelson Rodrigues, de incesto, relações sexuais entre familiares próximos. Pais, filhos, irmãos, primos, parentes consanguíneos. Pais abusivos e pedófilos, criam os filhos sobre as coxas, bundinha colada à genitália ereta. Os orgasmos paternos sujam a calça do pijama, a força do desejo de possuir os filhos para si mesmos, os pais (“eu não vou criar galinha pra dá pinto pra ninguém”) eles, pais, reivindicam para si mesmos a sujeição PSI da prole.

Os filhinhos crescem dentro do lupanar familiar. Os filhinhos desenvolvem uma dependência visceral por relações silenciosas, urdidas nas sombras, no lusco-fusco ardiloso da carinhosa mamãe, do condescendente papai. O importante na facção familiar, é que todos fiquem dependentes da proximidade incestuosa uns dos outros.

A proximidade incestuosa é silenciosa e focada na mútua dependência. Nessa proximidade espúria, simulada, crescem os meninos e meninas que, de repente, não mais que de repente, se surpreendem a sentir que “pintou uma química” entre eles. Pintou um movimento mútuo, incestuoso, involuntário que, mesmo não se realizando em termos físicos, fica registrado na memória incestuosa dos pares em convívio dentro do lupanar familiar.

O incesto é um ato de fé na cultura da ralé humana. Um ato contínuo no “continuum” espaço-tempo da convivência entre as paredes do larbirinto. A falta de uma educação moral, pessoal, familiar (antigamente houve nos currículos escolares uma disciplina chamada OSPB, Organização Social e Política Brasileira), mas essa disciplina não convinha em “nadica de nada” ao capitalismo selvagem implantado na cultura nacional.

O consumismo a qualquer preço transformou milhões de pessoas em “evangélicos do Bozo”. Cinquenta e oito milhões (58.000.000) de eleitores votaram no Bozo na passada eleição presidencial. Os conservadores desse modelo de convivência familiar incestuosa, quase ganharam as eleições, mentindo e enganando os eleitores com o slogan: “Deus, Pátria, Família & Corrupção emocional desenfreada”.

Corrupção emocional, política, financeira e econômica desvairada. Moral Zero. Moral pessoal, familiar, social, religiosa. Todas zeradas. E há quem se afobe em dizer que vai votar no Flávio Bozo Rachadinha Bozonaro.
DECIO GOODNEWS
Enviado por DECIO GOODNEWS em 17/03/2026
Alterado em 17/03/2026
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