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A POLÍTICA CULTURAL NO BRASIL DOMINADO PELO SIONISMO (“A TURBA”)
A POLÍTICA CULTURAL NO BRASIL
DOMINADO PELO SIONISMO
(“A TURBA”)

Uma cultura dominada pelo sionismo é uma cultura sem alma. É uma cultura do dinheiro sujo. Uma cultura dos interesses materialistas dirigidos por grupos que ignoram as necessidades de manter saudável a mentalidade de um país. Um país que não pensa a si mesmo, que se desconhece, ou que só conhece os aspectos mórbidos e sombrios de si mesmo. Um país que só se exercita no que possui de mais rudimentar:

Um país que não quer se educar. Um país que só quer comer, autodevorar-se e defecar. Um país que não quer sair de suas limitações intelectuais, nem quer aprender a pensar. Um país que só quer usar e abusar de seus mais baixos instintos. Um país mentalmente dominado por interesses malvados. A perversidade de uma cultura da usura soberba, do orgulho de se entreter, coletivamente, com besteiras. A crença popular de pessoas que “se acham” mais espertas que as demais agregadas à orixás.

Milhares, senão milhões de pessoas, “se acham” mais espertas do que outras, quando, na real, não têm esperteza nenhuma, têm apenas uma percepção pessoal e coletiva de que o mundo é um imenso picadeiro de circo incestuoso dos horrores. Do circo da cultura da molecagem, da bandidagem, das relações sexuais incestuosas. O incesto no Brasil não é crime. Os pais podem sentar no colo os filhos pequenos, emular seus genitais no bumbum deles, ter orgasmos, sem nenhum mínimo esboço de defesa (exceto o pavor pessoal, o choro, a sensação de que suas vidas estão sendo perdidas).

Vidas perdidas por aqueles adultos que deveriam ter a obrigação de proteger as crianças que, emocionalmente, sofrem a deterioração de suas percepções infantis, antes mesmo de completar os dois aninhos de idade, quando aprendem com seus próprios reflexos e movimentos, a percepção do próprio corpo e objetos ao redor. A interação com o mundo em sua volta já se começa a cristalizar na morbidez que representa a presença dos adultos. O pai pedófilo, a mãe conivente, preparam a criança para relações de tabu entre parentes.  

A legislação brasileira não previne nada. A legislação nacional é uma piada de péssimo gosto. O incesto em si não é crime. E mesmo que o fosse, como é que uma criança de 2,3,4,5 anos pode impedir ou denunciar, que um adulto pedófilo fique a emular a genitália em suas nádegas??? Mesmo se não houver penetração, o orgasmo identifica a maléfica intenção do pai patriarca, machista, pedófilo e, por vezes, adepto do feminicídio. Ele garante sua soberba dominação dos filhos, enfraquecendo-os moralmente, desde muito pequenos, implantando neles a semente da indignação silenciosa e do medo.

O pai pedófilo se aproxime de seu berço e começa a friccionar o dedo na pequena vagina da menina que ainda nem pode sentir o contato sensual, mas já estar a experimentar a famigerada tara do patriarca por submeter o minúsculo projeto de mulher que está completamente à mercê de sua perversa e ardilosa ancestralidade. Os filhos de Sodoma sob o império da Roma moderna.

Sodoma começa a ser ensinada desde pequenininha. As mães coniventes costumam dizer: — “É de pequenino que se torce o pepino”. As mulheres que não desenvolvem respeito pelos próprios filhos, incentivam os pequenos marmanjos a não respeitar as irmãzinhas, preparando-os para o arbitrário futuro da prática do feminicídio. Preparada a filharada nas emoções destorcidas do incesto, ao crescer, toda a cidade estará contaminada pela vontade de estupro de vulnerável. O desrespeito à mulher incentiva o feminicídio.

Aprende-se na Bíblia (Gênesis 18-19, Ezequiel 16:49-50) que a cultura e a civilização foram construídas a partir da transgressão do tabu do incesto. O “erro de Sodoma” mencionado na Bíblia, dita sagrada, era a livre e covarde manifestação das taras dos pais das famílias soberbas, transbordando de orgulho e arrogância. Em Sodoma havia fartura na alimentação, abundância de recursos, ociosidade, prosperidade (hoje, nos templos evangélicos, se ensina a “Teologia da Prosperidade”): abundância, gula, comércio de qualquer mercadoria que renda lucro, drogas, órgãos humanos, prostituição, abandono, conforto, falta de compaixão, desprezo pela sobrevivência dos necessitados.

A Bíblia enfatiza a imoralidade, a sexualidade excessiva, mórbida, dos habitantes de Sodoma. Os israelitas dela faziam, dela, parte. Os sodomitas judeus propagam que a descendência de Abraão (Isaac, Jacó) ainda não existia, mas a impiedade e a soberba do povo judeu se criaram no aprendizado de sua dispersão do convívio com outros Estados. Eles eram abominados por outros povos do mundo. Sua dispersão decorre de que eles exploravam os povos com os quais conviviam, subjugando-os a seus mesquinhos interesses de sobrevivência.

Desde a destruição do Templo de Jerusalém, as expulsões históricas dos judeus do meio de outros agrupamentos humanos, não parou de acontecer. Isto porque eles sempre se destacaram dos outros povos por sua infame sede de poder no comércio de bens de consumo e troca de interesses políticos e econômicos. Interesses esses que visavam exclusivamente o enriquecimento próprio, como ainda hoje se verifica. Veja-se que os seguidores de Javé concentram interesses e domínio da cultura, educação precária e da economia dos demais povos do mundo, em favor exclusivo de suas predileções, propensões e favoritismos.

A diáspora, a dispersão forçada ou incentivada dos judeus de seu local de origem para várias outras regiões do mundo, manteve a conexão cultural e identitária com sua raiz. O termo, de origem grega ("dispersão") descreve movimentos históricos, como o exílio judaico e o tráfico de africanos. Vide a dominação por trezentos de escravização dos negros negreiros nas Américas: o tráfico transatlântico de escravos nos séculos XVI e XVII. Se gritar pega Israel, não fica uma Babel de pé no mundo do povo escolhido para ferrar com ele.

De acordo com o “Relógio do Fim do Mundo”, ajustado por cientistas em janeiro de 2026, a humanidade está próxima da meia-noite. Meia-noite, o momento da aniquilação mundial. O Relógio marca, no momento, 85 segundos para a meia-noite definitiva. No cenário de alto risco, A América de Trump, o Trambiqueiro, e de Israel, seu puxadinho no Oriente Médio, estão fazendo de tudo para os 85 segundos se esgotarem.


DECIO GOODNEWS
Enviado por DECIO GOODNEWS em 10/03/2026
Alterado em 12/03/2026
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