ESTA LITERATURA É DO AGRADO DAS "ELITES"???
VÊNUS
A participação do arconte Vênus no sistema solar de nosso sol de 5ª Grandeza, contribui para a farsa do amor fantasiado em prazeres vulgares, numa liberdade de relações comezinhas, cotidianas. Elas controlam a arte e a técnica pulsional dos praticantes de fetiches sexuais, dos desvios incontáveis da heteronormatividade física e mental, a popular “mente suja”. A popularidade universal do distanciamento da heterossexualidade enquanto padrão de orientação sexual nas relações amorosas.
Homens e mulheres não mais possuem papéis de gênero. O atual exemplo mundial de uma “elite” sob comando, comunicação e controle de um judeu bilionário, Epstein, que facilmente cooptou toda a elite de milionários e bilionários europeus, asiáticos, americanos e quejandos, atraídos para a Ilha do dr. Moreau Epstein, onde, segundo as investigações que levantaram evidências de que a “elite” praticava rituais de antropofagia, ao saborear pratos de uma culinária sofisticada, onde eram devoradas crianças recém nascidas, para que os bilionárias tivessem, supostamente, uma energização de seus neurônios e demais componentes do sistema nervoso central.
O cardápio permitia que tivessem um rejuvenescimento de suas células e a idade deles se prolongassem por muitos e muito ânus. O mundo atual passou a girar no sistema solar de uma normatividade maligna. Os poderes do dinheiro, da dolarização dos condicionamentos secretos de uma “elite” que normalizou o conceito sociológico e PSI, de “malignant normality”. Os comportamentos insanos de uma “elite” que comete atrocidades insanas, como se estivesse na vigência dos idos tempos da Babilônia. E de tempos anteriores a ela: tempos cavernosos, de tribos canibais paleolíticas.
O arconte Vênus trama na Alma do Mundo das crianças nascidas fêmeas e machos humanas. Elas já nascem predestinadas a ser putinhas e putinhos precoces. Infiltram-se em todas as instâncias da realidade terrena. Principalmente em grupos da alta costura, em desfiles com cobertura da imprensa escrita, falada e Tv visível. Demandam-se, não poucas, para os estúdios de Tv onde são cooptadas para representar papéis na dramaturgia de novelas, e, não poucas, atuam em produções cinematográficas, conforme a necessidade de produtores de filmes hollywoodiânus, no mercado de pornografia infantil, juvenil, adulta.
Os demônios arcontes estão sempre ocupados em controlar o mundo material e encarcerar a centelha divina do sagrado feminino numa caixa. O sagrado feminino é, sistematicamente, dessacralizado e jogado no lixão do consumo de produções que promovem a visualização das mulheres numa redoma vigarista que as define enquanto objetos de consumo do erotismo em suas formas as mais degeneradas.
O arconte Vênus se encontra com o mundo profano, nele se instala e promove a comercialização dos corpos profanados, orientados para a satisfação de todos os tipos de taras do mundo masculino, descendente dos anjos caídos com registro na Bíblia, dita sagrada. O contato com o sagrado feminino se deteriorou de maneiras irreversíveis. Não há como sanar ou desinfectar as mulheres e os homens mergulhados na cultura arconte dos demônios dos signos astrais.
A humanidade está prisioneira da roda astrológica e astronômica dos planetas. A Terra está cercada pelos deuses, demônios arcontes planetários. Eles não escondem seus nomes nem suas intenções. O mito de Salomão e suas mil mulheres. Segundo relata o texto bíblico (1 Reis 11), suas setecentas esposas e trezentas concubinas, representavam alianças políticas e econômicas. Eram egípcias, moabitas, amonitas, Sulamita, edomitas e hititas. Todas subjugadas pela simonia.
Simonia foi prática medieval, mas já era praticada desde tempos imemoriais. Significa a compra e venda de bens espirituais agregados à comercialização dos corpos e cargos eclesiásticos oferecidos em troca de dinheiro, terras e servidão humana a membros do clero e lideranças espirituais afeitas à troca de favores, os mais pernósticos, presunçosos, pretensiosos, pedantes, esnobes. Os demônios arcontes sempre estiveram infiltrados nas igrejas nos templos e sinagogas de interesses que nada tinham de cristãs. Exceto o nome.
Elas, as filhas de Eva, submersas na cultura popular das personagens de filmes e novelas, aparecem na lista das cem atrizes mais bonitas da Tv visível. A invisibilidade delas garante os papéis nas novelas. Todas são fãs incondicionais da serpente do Paraíso Perdido, que, em realidade não se perdeu porque nunca existiu. Exceto nos contos bíblicos dos arcontes.
A feminilidade babilônica das brasileirinhas está nas novelas, nas estelas, na dramaturgia, no cinema, principalmente na dramaturgia de Nelson Rodrigues. Vênus atrativas, as brasileirinhas estão bem na rinha dos lençóis.
Elas são educadas provocativas, o incesto é trivial nas relações familiares. É um tabu social apenas na teoria. Além teoria, a prática é outra.
— A desordem emocional no país é o descontrole, disse Miguel, ainda na mesa do Café Les Deux Magots, em Saint-Germain-des-Prés, a resposta de Daniela:
— Na Bíblia Caim casou-se com a irmã. Abraão casou-se com Sara, sua meia-irmã, Ló teve relações incestuosas com suas filhas, Anrão casou-se com sua tia Joquebede.
— Os arcontes criaram uma orientação sexual desordenada.
— Não há um padrão no país, um paradigma moral atual, na mixagem de três raças e suas pulsões sexuais desvairadas, disse Miguel, os marujos nas Caravelas dos descobrimentos traziam crianças do sexo masculino com as quais mantinham relações de intimidade. No Brasil Colônia mantinham os padrões de relacionamento.
— Isso os livros de história não contam. Nem há registro dessa abominação na Carta de Caminha, nos diários de bordo das Caras Velhas europeias. Daniela, levando à boca a xícara de café expresso.
— A sexualidade entre familiares é cercada de uma conspiração de silêncio. Disse Miguel, ele mesmo fora vitimado pela pedofilia do pai. O pai pedófilo é ignorado pela mãe, essa, não possui iniciativa para coibir a pedofilia do marido, porque ela está cheia de culpa por estar sendo sistematicamente sodomizada. É um deus nos acuda de impetuosidade incestuosa.
— É o deus, pátria e família do esquema político de propaganda do Bozo. A aceitação social dessa barbaridade familiar conduziu cinquenta e oito milhões de eleitores à votação no Bozo.
— A demonologia dos arcontes ganhou a cristandade nacional. Veja a quantidade impressionante de padres, bispos e quejandos pedófilos nas igrejas e templos evangélicos. A conspiração do silêncio funciona.
A leitura das entrelinhas desta realidade é incrivelmente incômoda para a “elite” nacional, para as classes média e baixa. Por isso há uma conspiração dos burgueses nacionalistas contra a literatura que costuma denunciar as conexões íntimas entre familiares incestuosos e parentes próximos. Nada desta realidade você encontra nos livros de amenidades literárias de Paulo Coelho. Daí ele ser um autor de bestsellers nacionais. E fora do Brasil.
(P. S: ESTE É UM RECORTE DA NOVELA "BODAS VINTAGE REPTILIANAS" QUE EM BREVE SERÁ PUBLICADA, REVISTA E ATUALIZADA, NESTE SITE LITERÁRIO).
DECIO GOODNEWS
Enviado por DECIO GOODNEWS em 26/02/2026
Alterado em 26/02/2026