BODAS VINTAGEM REPTILIANAS (IV)
BODAS VINTAGEM REPTILIANAS (IV)
Os que correm atrás de “bolas” que mais podem fazer de seu tempo, senão dedicá-lo ao suor da correria??? As forças pulsionais compram ingresso para se manifestar, nas arquibancadas, bancadas pela máquina de lavar dinheiro das máfias de todos os tipos e modelos de contravenção institucionalizada. As torcidas transbordam de pulsional idade reprimida, superam-se na incapacidade de contê-la. A pulsão reprimida, simboliza a sociedade Uga-Uga dos Brucutus, a excitação pelas suas dores de calção.
O planeta Terra nem se toca de que está numa prisão astrológica e astronômica da alma. Da alma pessoal e coletiva. A roda zodiacal nominada pelos arcontes, os deuses demônios governadores dos seres humanos desumanizados pelo entretenimento de curto e longo prazos.
— Nas arquibancadas está concentrada a essência de suas almas aprisionadas, no dizer de Miguel, virando-se para a mulher Daniela, ambos sentados numa mesa de bar numa rua folclórica de Paris.
— Os destinos aprisionados pelo passado, disse Daniela. O passado do pai, da mãe, avó dos filhos de corpos sodomizados. Aprisionados pelos planetas, pelo sol, pela lua, Mercúrio, Vênus, Marte, Júpiter, Saturno Urano, Netuno. A Matrix cósmica aprisionando as almas telúricas. A cadeia dos mapas astrais regendo o DNA pulsional da espécie Homo sapiens. A Involução das Espécies em andamento, como talvez diria, nos dias de hoje, Darwin. A resposta de Miguelito não se fez esperar:
— As encarnações passadas encenando o circuito eletrônico nos cérebros movidos pela passionalidade vazia. Vazia de significado pertinente à Evolução das Espécies.
— A involução das espécies aprisionadas pelo sistema planetário governado pelos deuses demônios, os arcontes do Zodíaco, balizou Daniela. O planeta dos escravos que nascem no berro e vivem do grito. Ela continuou a expressar-se nas seguintes palavras:
— A Terra, é governada pelos deuses demônios arcontes, citados no Segundo Livro de Enoch. Segundo o Segundo Livro de Enoch, Deus é metal derretido, radiação atômica do terror absoluto. Milhares de bombas atômicas à espera de um dia aziago, serem, finalmente, mais do que uma expectativa mórbida que domina os seres por elas desumanizados, serem elas, bombas atômicas, finalmente, realmente detonadas.
— “O horror, o horror”, sussurrou Miguelito, enquanto conduzia à boca a xícara de chocolate quente, saboreado no Café e restaurante Les Deux Magots, sito em Saint-Germain-des-Prés, Paris.
Normalmente há nos leitores menos instruídos, a dificuldade de interpretar os textos que leem. O que faz com que a literatura não seja uma arte absorvida com prazer, pelos que não têm acesso ao sabor deleitoso de um bom vinho, por desconhecer o que ele é. Por não terem acesso ao que há de melhor na compreensão dos textos lidos, os leitores brasileiros leem pouco, e interpretam os textos lidos menos ainda.
MERCÚRIO
Mercúrio, o arconte mais interno e menor do sistema solar, é híbrido de duas partes, a visível pela manhã (Apolo), e a visível à noite (Hermes), mensageiro do lucro dos comerciantes. O símbolo astrológico é o caduceu, bastão entrelaçado por duas serpentes, símbolo da\ medicina comercial moderna. Sendo ele um deus demônio, um arconte do sistema solar, representa mente interesseira e o intelecto governante de Virgem e Gêmeos.
A exaltação em Aquário significa uma mente objetiva, progressista, dinâmica, que pensa e se afirma “fora da caixa”. Quer dizer, favorece a criatividade, a tecnologia, a comunicação sem meias palavras, o desapego e desempenho emocional. Os gregos o denominavam Apolo, o demônio arconte visualizado “Estrela da Manhã”.
A visão coletiva de Aquário, unido à lógica, ao brilho intelectual possesso de Mercúrio. Quando chega Hermes, veloz galope nas sombras da noite, depois do pôr do sol, o arconte mensageiro rápido, movimenta-se à velocidade da luz. Seu espírito de calor não tem a força da moderação. O movimento de abrandar e serenar a intensidade solar no entardecer, anoitece quando a noite vem e suaviza o mundo das pessoas. Pessoas em sua busca por prazeres e comoções noturnas próprias de Eros.
A busca por conexões racionais complexas se intensifica no fogo das paixões A razão cede às solicitações eróticas que organizam os pensares segundo a desorganização do intelecto. Este, cede às conexões emocionais que não se reprimem. A revolução aquariana dos jovens nas décadas de cinquenta sessenta, produziu não apenas liberação aberta dos instintos sexuais primitivos, até então reprimidos. Permitiu também a explosão das DSTs. Doenças sexuais transmissíveis que produziram lucros astronômicos para os laboratórios farmacêuticos. O míssil entrepernas do sexo masculino, ganhou a intensa vontade ser seduzido pelos porta-aviões do desejo feminil. E veio, de brinde, o movimento irracional, indomável, do tira-bota, entra e sai incontroláveis, nas vaginas e adjacências do mulheril. Não apenas do mulheril. A busca por libertinagem manifestou-se entre pares do mesmo sexo. O sistema político e econômico lucrou horrores com isso.
Os movimentos armados da juventude por substituir o poder político e econômico-social dos arcontes que governam o mundo, desviou-se de seus projetos políticos para a canalização indiscriminada da sexualidade desenfreada. E a Paulicéia desvairada virou metáfora do Brasil.
Com ela veio também a manifestação física do HIV positivo. Milhares de vítimas dos excessos da movimentação tira-bota. O corre-corre dos laboratórios, aparentemente interessados para achar uma maneira de diminuir a quantidade de sofrimento e mortes dos infectados. Mas, realmente, interessados nas drogas milionárias que comercializaram para os governos do mundo governado pelos demônios arcontes.
— “O horror”, pronunciou-se Daniela.
— “O horror”, pronunciou-se Miguelito.
VÊNUS
A participação do arconte Vênus no sistema solar de nosso sol de 5ª Grandeza, contribui para a farsa do amor fantasiado em prazeres vulgares, numa liberdade de relações comezinhas, cotidianas. Elas controlam a arte e a técnica pulsional dos praticantes de fetiches sexuais, dos desvios incontáveis da heteronormatividade física e mental, a popular “mente suja”. A popularidade universal do distanciamento da heterossexualidade enquanto padrão de orientação sexual nas relações amorosas.
Homens e mulheres não mais possuem papéis de gênero. O atual exemplo mundial de uma “elite” sob comando, comunicação e controle de um judeu bilionário, Epstein, que facilmente cooptou toda a elite de milionários e bilionários europeus, asiáticos, americanos e quejandos, atraídos para a Ilha do dr. Moreau Epstein, onde, segundo as investigações que levantaram evidências de que a “elite” praticava rituais de antropofagia, ao saborear pratos de uma culinária sofisticada, onde eram devoradas crianças recém nascidas, para que os bilionárias tivessem, supostamente, uma energização de seus neurônios e demais componentes do sistema nervoso central.
O cardápio permitia que tivessem um rejuvenescimento de suas células e a idade deles se prolongassem por muitos e muito ânus. O mundo atual passou a girar no sistema solar de uma normatividade maligna. Os poderes do dinheiro, da dolarização dos condicionamentos secretos de uma “elite” que normalizou o conceito sociológico e PSI, de “malignant normality”. Os comportamentos insanos de uma “elite” que comete atrocidades insanas, como se estivesse na vigência dos idos tempos da Babilônia. E de tempos anteriores a ela: tempos cavernosos, de tribos canibais paleolíticas.
O arconte Vênus trama na Alma do Mundo das crianças nascidas fêmeas e machos humanas. Elas já nascem predestinadas a ser putinhas e putinhos precoces. Infiltram-se em todas as instâncias da realidade terrena. Principalmente em grupos da alta costura, em desfiles com cobertura da imprensa escrita, falada e Tv visível. Demandam-se, não poucas, para os estúdios de Tv onde são cooptadas para representar papéis na dramaturgia de novelas, e, não poucas, atuam em produções cinematográficas, conforme a necessidade de produtores de filmes hollywoodiânus, no mercado de pornografia infantil, juvenil, adulta.
Os demônios arcontes estão sempre ocupados em controlar o mundo material e encarcerar a centelha divina do sagrado feminino numa caixa. O sagrado feminino é, sistematicamente, dessacralizado e jogado no lixão do consumo de produções que promovem a visualização das mulheres numa redoma vigarista que as define enquanto objetos de consumo do erotismo em suas formas as mais degeneradas.
O arconte Vênus se encontra com o mundo profano, nele se instala e promove a comercialização dos corpos profanados, orientados para a satisfação de todos os tipos de taras do mundo masculino, descendente dos anjos caídos com registro na Bíblia, dita sagrada. O contato com o sagrado feminino se deteriorou de maneiras irreversíveis. Não há como sanar ou desinfectar as mulheres e os homens mergulhados na cultura arconte dos demônios dos signos astrais.
A humanidade está prisioneira da roda astrológica e astronômica dos planetas. A Terra está cercada pelos deuses, demônios arcontes planetários. Eles não escondem seus nomes nem suas intenções. O mito de Salomão e suas mil mulheres. Segundo relata o texto bíblico (1 Reis 11), suas setecentas esposas e trezentas concubinas, representavam alianças políticas e econômicas. Eram egípcias, moabitas, amonitas, Sulamita, edomitas e hititas. Todas subjugadas pela simonia.
Simonia foi prática medieval, mas já era praticada desde tempos imemoriais. Significa a compra e venda de bens espirituais agregados à comercialização dos corpos e cargos eclesiásticos oferecidos em troca de dinheiro, terras e servidão humana a membros do clero e lideranças espirituais afeitas à troca de favores, os mais pernósticos, presunçosos, pretensiosos, pedantes, esnobes. Os demônios arcontes sempre estiveram infiltrados nas igrejas nos templos e sinagogas de interesses que nada tinham de cristãs. Exceto o nome.
Elas, as filhas de Eva, submersas na cultura popular das personagens de filmes e novelas, aparecem na lista das cem atrizes mais bonitas da Tv visível. A invisibilidade delas garante os papéis nas novelas. Todas são fãs incondicionais da serpente do Paraíso Perdido, que, em realidade não se perdeu porque nunca existiu. Exceto nos contos bíblicos dos arcontes.
A feminilidade babilônica das brasileirinhas está nas novelas, nas estelas, na dramaturgia, no cinema, principalmente na dramaturgia de Nelson Rodrigues. Vênus atrativas, as brasileirinhas estão bem na rinha dos lençóis.
Elas são educadas provocativas, o incesto é trivial nas relações familiares. É um tabu social apenas na teoria. Além teoria, a prática é outra.
— A desordem emocional no país é o descontrole, disse Miguel, ainda na mesa do Café Les Deux Magots, em Saint-Germain-des-Prés, a resposta de Daniela:
— Na Bíblia Caim casou-se com a irmã. Abraão casou-se com Sara, sua meia-irmã, Ló teve relações incestuosas com suas filhas, Anrão casou-se com sua tia Joquebede.
— Os arcontes criaram uma orientação sexual desordenada.
— Não há um padrão no país, um paradigma moral atual, na mixagem de três raças e suas pulsões sexuais desvairadas, disse Miguel, os marujos nas Caravelas dos descobrimentos traziam crianças do sexo masculino com as quais mantinham relações de intimidade. No Brasil Colônia mantinham os padrões de relacionamento.
— Isso os livros de história não contam. Nem há registro dessa abominação na Carta de Caminha, nos diários de bordo das Caras Velhas europeias. Daniela, levando à boca a xícara de café expresso.
— A sexualidade entre familiares é cercada de uma conspiração de silêncio. Disse Miguel, ele mesmo fora vitimado pela pedofilia do pai. O pai pedófilo é ignorado pela mãe, essa, não possui iniciativa para coibir a pedofilia do marido, porque ela está cheia de culpa por estar sendo sistematicamente sodomizada. É um deus nos acuda de impetuosidade incestuosa.
— É o deus, pátria e família do esquema político de propaganda do Bozo. A aceitação social dessa barbaridade familiar conduziu cinquenta e oito milhões de eleitores à votação no Bozo.
— A demonologia dos arcontes ganhou a cristandade nacional. Veja a quantidade impressionante de padres, bispos e quejandos pedófilos nas igrejas e templos evangélicos. A conspiração do silêncio funciona.
A leitura das entrelinhas desta realidade é incrivelmente incômoda para a “elite” nacional, para as classes média e baixa. Por isso há uma conspiração dos burgueses nacionalistas contra a literatura que costuma denunciar as conexões íntimas entre familiares incestuosos e parentes próximos. Nada desta realidade você encontra nos livros de amenidades literárias de Paulo Coelho. Daí ele ser um autor de bestsellers nacionais. E fora do Brasil.
MARTE
MARTE é um posto avançado de entidades narcóticas dos arcontes. Eles são malévolos e ignorantes, servem ao Demiurgo, criador do mundo material. Os arcontes aprisionam as almas humanas na ilusão, na fantasia, na dispersão de suas energias vitais, são carcereiros fanáticos que impedem a ascensão às instâncias superiores da divindade.
MARTE É um deus arconte romano, masculino, chegado à guerra sangrenta, agressivo, vigoroso, possante. Conhecido por Ares na Grécia. A divindade sabina Nerio ou Neriene é a ele associada por seu poder, força vital e coragem. É a esposa de Marte, o casal da energia ativa da destruição pela agressão e a guerra. É um casal que precisa está perto do combate o bastante para, sadicamente, usufruir do sofrimento dos que são feridos de morte nas guerras. Neriene afirma outros modelos de sadismo: o maternal familiar, por exemplo. Ela se faz de mãe amorosa, enquanto detona a Alma Pessoal dos filhos. Um filho homem é para ela um repasto, um festim macabro.
Aldenora foi mãe de muitos filhos. Ela queria que os primeiros fossem todos do sexo feminino. Mas os três primeiros, inclusive Miguel, não satisfizerem suas expectativas. Ele sempre o alvo favorito de seu superlativo sadismo. Miguel sofreu todas as maldades da perversa maternidade dela. Seu marido não desenvolveu a força que ela precisava para ser uma fêmea alfa da espécie. Mas, mesmo assim, ela cresceu em força maternal animalesca. Miguel sempre esteve como sendo o alvo principal de seu suposto sentimento maternal.
Ela puxava o tapete de debaixo de seus pés, de todas as formas possíveis. Mentia, enganava, solapava seus planos de avançar no conhecimento científico que uma universidade poderia, quando jovem, oferecer-lhe. O marido dela era simplesmente uma bananinha. Um sujeito fraco, sem força moral, sem força vital, apegado à profundidade PSI do hipnotismo satanista que o fazia crer nas entidades sombrias da sociedade secreta à qual pertencia.
Em seu escritório, uma enorme caveira, com todos os dentes à mostra, como se nem uma pequena cárie os tivesse afetado, marcava presença sobre sua escrivaninha. Ele dizia a Miguel, que pertencera, a caveira, a um feiticeiro negro de uma tribo africana de um país que não mencionara. Aldenora, sempre que podia, quando ninguém estava por perto, costumava acariciar a caveira enorme, e dizer palavras sussurradas como se estivesse a cultuá-la. Miguel, por vezes a tinha flagrado nesse afazer oculto.
Aldenora se comportava para com a filharada, em número de dez, seis marmanjos e quatro mulheres, uma das quais nem mulher se parecia. Toda a prole, ela fazia questão de dominar, até os mínimos detalhes. A impressão que causava a Miguel era que o casal, ela e o marido, tinham combinado roubar a alma dos filhos, visando apossar-se do tempo deles, no que dizia respeito ao conteúdo de seus cérebros, impedindo o desenvolvimento deles, em seus sentimentos e emoções das quais ela se apossava.
O eletromagnetismo advindo da mente e do corpo dela, os aprisionava. Uma espécie de gravidade em torno da qual giravam as rotinas da ninhada. Os filhos eram como se fossem satélites do planeta materno em torno do qual giravam, cainhavam, enredavam-se e se iludiam com seus instáveis, intensos e falsos carinhos maternos. Ela, a filharada, se permitia enredar e dirigir em direção ao que ela queria para suas vidas. Nenhum deles, exceto Miguel, via e reagia a essa dominação anímica intensa, incontrolável.
A educação era intensamente incestuosa, apesar de que o tabu do incesto é proibição universal, reconhecida entre todas as culturas, em todos os tempos. O tabu do incesto separa a natureza, a carne fraca, da cultura. Ele organiza a sociedade na prática da exogamia, a união entre grupos externos à convivência familiar. Não que fizessem sexo entre si, mas uma emoção incestuosa intensa os conectava entre si. Com uma única restrição, Miguel era alvo de todas a dinâmica psicológica e emocionalmente destrutiva, conhecida como sendo “o bode expiatório familiar”.
Miguel desenvolveu uma arredia distância entre ele e as práticas secretas do Inconsciente Coletivo Familiar. Essas práticas visavam, arbitrariamente, fazê-lo carregar as culpas por todos os problemas e frustrações, falhas e conflitos do sistema corrente de canalização de todo o lixo emocional de seus familiares, funcionando como uma “válvula de escape” para a disfuncionalidade de seus irmãos e pais.
Esta era a guerra dos demônios arcontes incorporados na Alma do Mundo Familiar, contra o membro da família que não aceitava ser personalizado no papel de “cordeiro familiar do sacrifício”. Na cultura da comercialização de todos e de tudo, na cultura do capitalismo selvagem, vale tudo. O pacto perverso, diabólico da família, incluía Miguelito por vítima, para que todos os demais familiares fossem se encaminhando em suas profissões e em seus redutos familiares acertados nos esquemas transitados entre a família de Aldenora e as demais famílias que a ela se incorporavam.
O narcisismo tóxico dos irmãos de Miguelito, da mãe de Miguelito, do pai de Miguelito, dos parentes intoxicados pelas práticas milenares dos sacrificados pelas famílias, eram por ele, Miguel, rejeitado, ainda que de forma disfarçada, para que não fosse, de uma só vez, por eles definitivamente descartado na vala sórdida do cemitério maldito familiar.
Os demônios arcontes dessa guerra invisível, que nunca é contestada por ninguém, dentro ou fora dos esquemas institucionais da cultura social, política e econômica vigente, esses demônios continuam impunemente a fazer o trabalho de cooptar, prender, aprisionar as almas humanas. E quem mais e melhor os representa é o chamado “povo escolhido”. Escolhido para manter a sociedade dos mumificados, a sociedade dos que herdaram as práticas mágicas, as práticas aceitas pelos contextos históricos dos milenares arcontes e suas prisões planetárias que mantêm a Terra em sua prisão milenar de uma tecnologia que se quer secreta, escondida, ignorada como sendo apenas uma “teoria da conspiração”.
JÚPITER
Pai dos governantes deuses demônios arcontes. Na mitologia grega leva o nome de Zeus. Filho mais novo de Saturno e Reia, irmão e marido de Juno. Netuno e Plutão eram seus irmãos. Juno, rainha dos deuses, com ele governava o Olimpo.
Governava os elementos da natureza, protetor da justiça e da ordem. Estamos em território simbólico. Associado à lei e à moralidade, para ele, lei e moralidade inexistiam na realidade de seus atos. Assumia diferentes e muitas formas, visando seduzir os mortais e as demais deusas. Júpiter era um grande pilantra enganador de suas vítimas sexuais.
Templos a ele dedicados eram comuns na Roma antiga, ênfase ao Júpiter Optimus Maximus, construído no Monte Capitolino. De abril a novembro, sucediam-se festivais em homenagem a esse demônio arconte poderoso, realizados em sua honra. É associado à expansão, crescimento e sorte, abundância e benevolência, esse arconte, diz o folclore, traz prosperidade aos que estão sob sua influência.
O simbolismo universal nas relações sexuais desse demônio, está em que ele se metamorfoseava de diferentes formas, quando dava em cima de mulheres humanas mortais e deusas. A fila de suas conquistas era enorme.
Era grande a hostilidade entre eles, deuses do Olimpo, assim como é grande a hostilidade entre os deuses do Olimpo político mundial, a exemplo de Trump, O Trambiqueiro, Putim, Xi Jinping, e demais lideranças mundiais.
Zeus foi pai de mais de cem filhos. Legítimo arconte, controlador de bens materiais, das estruturas legais que expandem o poder estatal e religioso, poderes que aprisionam a Alma do Mundo humano a partir do circuito gravitacional dos planetas no plano da eclíptica. Zeus e os demais demônios arcontes, atuam apenas e exclusivamente no plano material, na armadilha da prosperidade e da fé, na criação de dogmas nos Templos, Igrejas e Sinagogas de Hambúrgueres.
Zeus ou Júpiter, e suas metáforas no mundo de hoje, aprisionam a Alma do Mundo na educação convencional, a dominação deles impede a mente humana de se expandir pela Gnose, criando, entre os corpos humanos, uma metáfora da lei da gravitação universal de Isaac Newton.
Os corpos humanos se atraem, não da maneira como os orbes celestes gravitam entre si: Segundo Newton, “a força através da qual os corpos celestes se atraem, é proporcional ao produto de suas massas dividido pelo quadrado da distância entre eles”. É a lei da gravitação universal entre corpos humanos. Duas pessoas também se atraem gravitacionalmente. Duas pessoas que pesem setenta quilos cada uma e estejam a um metro de distância, a força gravitacional entre elas, segundo Newton, é de aproximadamente 3,27 vezes 10^-7 Newtons.
A realidade, desde a descoberta do cocorote da maçã na cabeça de Newton, é que a gravidade continua sendo um mistério, segundo a física teórica Cláudia de Rham, do Imperial College London. É dela a opinião: “O que gera a gravidade é uma das questões mais fundamentais que existem. Não acho que eu consiga dar uma resposta precisa para isso. O que sabemos, graças a Isaac Newton, é que é uma força que atua à distância, e é um fenômeno de atração entre coisas ou corpos diferentes”.
A força de atração que governa o Sistema Solar, governa também a distância entre os corpos humanos??? Segundo Rham, “isto é extraordinário”.
SATURNO
Teoria do Adrenocromo: Uma das alegações mais comuns é que essa "elite" de “deuses” governantes da ‘elite” social, . sacrifica crianças para colher um composto químico chamado adrenocromo de seu sangue, acreditando que ele tem propriedades rejuvenescedoras ou psicoativas. Mesmo não havendo suporte científico para o uso de adrenocromo enquanto droga de rejuvenescimento através do canibalismo.
A “elite” mundial esconde tais práticas quando se reúnem em sociedades secretas, tipo Billionaire Boys Club (BBC) nos anos oitenta, no sul da Califórnia, famoso pelo esquema Ponzi que resultou em assassinatos, tornando-se um escândalo notório da Wall Street/Beverly Hills. O filme “Billionaire Boys Clube” de 2018, com Kevin Spacey, retratou essa organização de famílias ricas, também filmadas com realismo documental pela CNN em 2025.
Nos EUA existem muitos clubes e sociedades secretas, o mais notório deles é o Bohemian Grove, próximo à cidade de Monte Rio, norte da Califórnia. Criado em 1872, os sócios bilionários frequentam-no uma vez por ano, por duas semanas sucessivas na cerimônia de nome “Cremação da Preocupação” em frente a uma coruja de 12 metros de altura, feita de concreto e coberta de musgo, em meio â uma floresta de sequoias.
Sobre a dominação da sociedade planetária Terra por rituais secretos, o filme “De Olhos Bem Fechados” de Stanley Kubrick, mostra como os donos dos conglomerados de mídia, os banqueiros, empresários, cientistas, políticos, economistas, se reúnem em rituais de promíscua cumplicidade. Rituais em que as mulheres jovens são submetidas a vexames mórbidos e deletérios, infecção por DSTs, a exemplo do HIV positivo.
Em 2026 estourou o escândalo da Ilha do “dr. Epstein Moreau”, na qual a “elite” financeira, econômica, social, a “high-Society” do poder aquisitivo, do status social elevado, fama e títulos nobres, da Europa, Oriente Médio, Ásia e Estados Unidos se unem e se reúnem para suas mórbidas confraternizações onde, segundo afirmam jornalistas que conseguiram se infiltrar nessas ocasiões no culto à Coruja no Bohemian Grove, são servidos ensopados de corpos recém-nascidos, membros levemente assados, miúdos de placenta para os que têm placentofagia, pratos da culinária antropofágica da “elite”, que serve de renovação das células tronco dos convivas e para, supostamente, esticar os ânus de suas vidas. A teoria da conspiração conspira contra ela, “elite”. Afinal de contas, Matusalém, Jarede, Noé, Adão, Sete, Enos, Lameque, Moisés e quejando, viveram perto de mil ânus.
Canibalismo das “elites” na atualidade do século XXI. Os recém-nascidos são servidos conforme as qualidades bioquímicas que têm a oferecer de recursos que sejam aproveitados, ou colhidos, de seus pequenos e indefesos corpos. A “elite” segue a metáfora do demônio arconte Saturno, que devorava os corpos dos filhos recém-nascidos com medo de que algum deles pudesse tomar seu lugar.
É a lei da antropofagia entre gerações se afirmando. A lei da negação da negação. Uma geração, pelo simples fato de nascer da geração anterior, afirma-se em uma nova configuração mais atual, mais evoluída. O medo saturnal de perder a preponderância na suprema ordem dos demônios patriarcais, é o medo dos pais de serem relegados enquanto lixo humano com relação ao processo evolutivo, mas redivido, no nascimento dos filhos. Estes, nasceram, teoricamente mais inteligentes, com mais recursos naturais de sobrevivência e novas características naturais vantajosas, mais adequados a tomar o lugar dos pais, sem que estes possam se preservar da seleção natural da nova geração que os descarta.
A pedofilia e a sodomia de adultos com relação às crianças e adolescentes, é uma estratégia das gerações anteriores para tirar das novas gerações a autoestima, o autocontrole, a dignidade existencial, o brio, a honra, o pundonor, a autonomia.
O canto assustado e desesperado do cantor Freddy Mercury, talvez diga alguma coisa a este propósito. Vejamos a letra da canção Bohemian Rapsody, numa tradução realmente livre:
— “Isso é vida real/Isso é só fantasia/Preso nesse definhamento/Não há como fugir desta realidade/Abra seus olhos/Olhe e veja/Sou um pobre garoto/Não preciso de compaixão/Eu venho fácil, eu vou fácil/Um pouco alto, um pouco baixo/no caminho que o vento sopra...”.
— “Realmente não importa/Mama, acabei de matar em mim, um homem/A arma na cabeça dele/Puxei o gatilho/Agora estou morto/Mama, a vida tinha acabado de começar/Acabou, jogos do tudo fora/Mama, não tentei fazê-la chorar/Não estarei de volta amanhã/Vá em frente, siga em frente/Nada realmente importa...”.
— “Tudo é tarde demais/Arrepios descem em minha espinha/Tudo dói o tempo todo/Adeus a todos/Tenho de ir, vocês ficaram atrás/Eu encarei minha verdade/Mama, eu não quero morrer/Desejo nunca tivesse nascido/O homem, o Bozo, o Palhaço, Palhaço/Você dança no caos da anarquia/Entre raios e relâmpagos/Estou muito assustado/Muito, muito, muito/Galileo! Galileo! /Figaro, Figaro, magnífico...”.
— “Ninguém pode poupar minha vida/Poupar-me destes horrores/Desta monstruosidade/Venho fácil, vou fácil/Não podem me impedir de ir/— “Em nome de deus/Também nós queremos ir/Ir para onde???/Nós nos aceitaremos ir/Não, nunc nos permitiremos ir/Oh Mama, Mama mia...”.
— “O inferno tem um demônio/Reservado para mim/Belzebu, Mammon, Oh Mammon mia/Você me apedrejou e cuspiu no meu olho/Você pensou em me amar, mas me liberou para morrer/Ah sim, sim/Nada realmente importa/Nada importa para mim/Neste qualquer caminho/Qualquer caminho que o vento sopre”.
URANO
URANO simula a ruptura de antigos padrões e velhos paradigmas. Age divergente de Saturno. Este, representa a rigidez radical d prisão material dos padrões estabelecidos pelos arcontes irrelevantes e medíocres. Estes, fazem as coisas de qualquer jeito, menos do jeito certo.
URANO é a representação dos políticos que fingem estar do lado certo das razões e motivações da sociedade, quando, realmente, tiram vantagens do movimento hipócrita, dissimulado, dos Tartufos das plenários da Câmara e do Senado. Eles fingem a defesa dos direitos do povo trabalhador, mas estão sempre do lado do levar vantagem, do lado dos penduricalhos.
O sistema astral dos demônios arcontes, corresponde, de modo geral, ao sistema político, financeiro, econômico e social que mantém a sociedade humana atrelada, presa, a seus encargos e condições impostas pela tradição, da pátria, da família e da liberdade que exercem para manter as coisas mudando na aparência, mas, na real, quanto mais as coisas mudam, mais as coisas permanecem iguais.
Os paradigmas que regem a política dos conservadores baseiam-se na premissa de que a corrupção não é apenas um crime financeiro, mas uma degradação moral e institucional aceita. Aceita abertamente, pelas mentes condicionadas que minam os avanços sociais, puxando o tapete de sob os pés das novas gerações. Estas, se mantêm com todas as características que antecederam a geração de seus pais, a geração de seus avós, as gerações que os antecederam na história de suas mazelas sociais.
Assim como os planetas representam o poder dos demônios arcontes que giram em torno do sol, em seus movimentos de rotação e translação, os políticos e seus apoiadores banqueiros, religiosos e empresários, principalmente, estão condicionados ao movimento das instituições sociais que mantém a realidade como ela é. Alguns deles talvez até queiram que as coisas mudem, mas a força do Inconsciente Coletivo Planetário dos arcontes, sob comando, comunicação e controle do Demiurgo que criou o mundo material mais antigo do Adão-Cadmo.
Seu objetivo satanista: tornar a população da Terra um planeta de andróginos. Andróginos sombrios, que vivem na sombra de seu próprio Inconsciente Coletivo Astral. Suas faces lembram bestas idiotizadas pelas influências dos senhores do mundo de antigamente, atualizados de geração em geração, governantes sombrios e seus subordinados. Eles vivem de mentiras e aparências, reforçam a natureza caótica e antinatural, distanciada dos planos do Criador, acima, muito acima dos Conhecimentos do demiurgo.
O demiurgo se julga um ser superior, quando não passa de um ignorante que conspira, orgulhoso de seu saber limitado, e “se acha” deus todo poderoso criador da matéria distanciada do Conhecimento mais abrangente, espiritualizado. Ele não se alimenta da fonte de luz eterna, ele, demiurgo e seus arcontes, alimenta-se do pó, da matéria que ambiciona a necrópole.
Quando o masculino emanou o feminino em entidade separada, aconteceu o aprisionamento na matéria operando em escalas diferentes. O pleroma, o todo, a plenitude, o homem, a mulher, não mais se reconheceram enquanto seres sagrados, consagrados pelo Criador que está acima, muito acima, do Conhecimento do demiurgo que se crê deus criador e seus arcontes, que estão aprisionados no mundo da matéria.
A serpente dos seres advindos da Constelação do Serpentário, distanciou-se completamente da vontade de Conhecimento. Mergulhou no universo adâmico da Alma do Mundo da carne, da sexualidade desvinculada do pensamento espiritualizado. Urano representa a simulação de plenitude, quando em verdade em verdade, ele simboliza a identificação com a coisificação dos seres humanos em mercadorias.
Veja-se as elites dos principais países do mundo envolvidas em canibalismo da própria espécie, refestelando-se com as vísceras dos corpos de recém-nascidos, em busca de energia potencializada e vida longa na prática de pedofilia na prática de calamidades a prestações, como diria Oswald de Andrade, “só a antropofagia nos une”.
A união pela antropofagia enquanto vivência do tempo que passa rápido, tão rápido, que as pessoas não têm tempo de saber o que significou vivenciar a simbologia do dia de ontem. O Tempo, seu antropófago que devora o que nelas, pessoas, nem sequer teve oportunidade de ser longinquamente assimilado. O universo está ganhando velocidade ao expandir-se muito mais rápido todos os dias. O PSIquismo lento não acompanha a velocidade do Tempo em expansão.
NETUNO
No oceano profundo do Inconsciente, Netuno promove a baixa vibração de seu tridente. A liderança do povo que sobrevive nas profundezas dos mares terrenos, sob o poder venenoso de seus sobreviventes, na profundidade desprovida de luz, no plenário dos representantes de seus habitantes, grassa a graça gordurosa do Ego coletivo. Nele, Netuno reina sobre as lavras, na sombra das almas perdidas que renunciaram às próprias vidas para beneficiar seus carrascos na vitrine, Matriz, da Câmara e do Senado.
O povaréu não sabe como fazer valer suas fantasias de poder dotar, a sociedade, da responsabilidade de educar de modo saudável seus descendentes e a ele mesmos. O plenário do Congresso inimigo do povo, é versado na simbologia pagã do sacrifício em massa, de muitos, para o conforto excessivo de poucos. Como sair dessa sinuca de bico??? O povo não sabe, mas seus representantes lambem os beiços no comensal de crianças pelos parasitas do Congresso Inimigo do Povo.
O povo mergulha na desordem PSÍquica, na desintegração da realidade. O Inconsciente, pessoal e coletivo, está prisioneiro dos governantes arcontes, na prisão rotativa dos planetas, a Terra gira na gravidade do poder pelo poder de seus representantes. Representantes apenas deles mesmos, de suas mordomias institucionais. Os salários de milhares de reais se afirmam sobre os trocados dos que pagam para trabalhar em troca da simples sobrevivência, no mercado das incoerências.
Na fronteira do ter muito, demais, nos salários e mordomias monumentais, que separam o plenário do Congresso Inimigo do Povo, do próprio povo, Netuno ameaça, com as baixas vibrações de seu tridente, a sobrevivência dos carentes de tudo. Estes, prisioneiros das Arcádias, não podem fazer nada para mudar a ordem desordenada, o paradigma cultural que mantém os privilégios dos governantes arcontes que defendiam a continuidade afetada da realidade de barro, Barroca.
Os prisioneiros dessa ordem desordenada, sentem-se no século XVIII quando a literatura, no contexto do Neoclassicismo (Arcadismo) buscava combater o estilo rebuscado. Estilo esse que gerou os discursos atuais dos malucos safados no plenário da Câmara e do Senado, que defendem o Barroco nos discursos de direita para salvar políticos e anistiar golpistas.
O cultismo ornamental, discursivo, sinuoso e obscuro das figuras de linguagem que adoçam o linguajar bufão do Centrão, advindo de seus interesses, metáforas e hipérboles, chamando para si os mais espúrios retrocessos. A volta da redundância, do artificialismo, do conteúdo pernóstico, interesseiro. O retorno do pessimismo e do rancor característicos do Gabinete do Ódio da parentela da familícia Bozo.
A efemeridade da idade do ouro Barroco da nocividade política, a preponderância discursiva da forma ignorante do conteúdo. O rancor dos indivíduos contra as mais simples e humildes conquistas dos defensores dos direitos do povo. O Centrão Barroco, desconfiado e rancoroso, o Centrão do conflito entre seus próprios e redundantes interesses contra os interesses dos eleitores que deveria representar.
O arconte Netuno, seu tridente político das profundezas, o demônio interesseiro, obscuro da política grotesca das distorções que refletem o egoísmo salarial e suas mordomias de gabinete. A desvalorização da simetria e da harmonia que deveria sempre haver entre o exercício do poder público, político, e os interesses daqueles que os elegeram.
Os demônios arcontes criaram a matéria grotesca, vaidosa de suas conquistas, destorcida em suas coletivas intenções funestas, aprisionaram o espírito coletivo nas dualidades das tensões, nas emoções dos corredores atrás de “bola” nos Coliseus dos futebóis. Tudo para manter as tensões da sociedade barroca, suas dualidades interessadas em fazer valer o entretenimento Tv visível do mais baixo nível cansativo, frustrante, delirante do desequilíbrio cultural coletivo.
A teatralidade excessiva, mórbida, dos parlamentares tipo Chupetinha e pastores evangélicos da musicalidade das dores de cotovelo sertanejas, que ganham milhões para dividir com os políticos de shows superfaturados para plateias que não sabem que estão em plenária vigência mumificada, envelhecida, ignorante da própria idade simbólica, cronológica. A energia coletiva de dispersão de si mesma. O autoconsumo inconsciente da autodigestão celular, quando o organismo degradado seus próprios componentes, seus neurônios e sinapses danificados para nutrir o sentido figurado da própria falta de educação e cultura.
As plateias da musicalidade sertaneja não se dão conta do auto da destrutividade de suas potencialidades. Elas se nutrem da própria ruína. Devoram-se a si mesmas. Envelhecidas, precocemente disfuncionais. Acreditam que vivem a idade cronológica quando, realmente, vivem os esqueletos que não se veem nos espelhos. Como diria, repetindo Oswald de Andrade, a única coisa que as une é a antropofagia do que ouvem, não do que houve. Comem-se a si mesmas na musicalidade de amores perdidos, de sofrências de puteiros, nas dores de cotovelo faceiras, 24 x 48, onde as aves penosas dormem e descansam.
O arconte Netuno vibra seu Tridente diariamente. As baixas vibrações de seu Tridente fazem suas vítimas se emocionarem da forma mais inconsciente. Forma na qual são usadas e abusadas, para que violeiros sertanejos façam o pé de meia na compra de suas fazendas de gado, a plateia a mugir no cercadinho de emoções que respondem a estímulos externos e a interações sociais do pau de galinheiro.
DECIO GOODNEWS
Enviado por DECIO GOODNEWS em 21/02/2026
Alterado em 26/02/2026