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"TIO" SAM, UM YHWEHVELHO SAFADO
A TERRA SERPENS
(SECRET SERVICE)
           — VI —

YHWEHLHO: O YAVELHO Testamento prende as almas. O Novo Testamento as liberta. O “deus tolo” que criou o mundo material, visível, não é um deus supremo como ele diz de si mesmo. Não é um deus único, como sua megalomania se define. Ele é um deus menor que se quer criador de todas as coisas, mas não foi capaz de criar um A&E que se adaptassem, ambos, à uma convivência física harmoniosa.

YHWEHVELHO, uma entidade limitada, aprisionado em seu próprio ego, em sua própria ignorância. Figura central do Gnosticismo, o Demiurgo, nascido do erro de Sophia, a sabedoria divina. Tem-se por único e verdadeiro deus. Aprisiona as almas na matéria. As mantêm distante da luz. É o deus do Antigo Testamento, YHWEH, associado à mentira, à megalomania, à ignorância e ao caos.

YHWEH, também conhecido por ser um prestidigitador, um ilusionista (teria aberto o mar para o povo judeu passar, fugitivo do exército do Faraó), um encantador de serpentes (presenteou Eva com a maçã e a convenceu a seduzir Adão a mordê-la. Desta forma estariam, ambos, no conhecimento do bem e do mal), um necromante, um escapista, um alquimista. Em suma: um aprisionador de almas, um arconte.

É parte do ilusionismo judeu as denominações variadas de seu deus. De modo que os supostos sábios estudiosos da Torá, possam explicar os diversos nomes, justificando-os de modos diferentes para seus adeptos. Aparentando sabedoria, quando, realmente, extrapolavam ignorância. E ainda o fazem.

A sabedoria intuitiva das mulheres, sob o jugo das tradições israelitas sodomitas, perdeu o compartilhamento entre elas pelo pudor. A noção de moralidade submergiu ao condicionamento israelita, sodomita, desde os tempos anteriores ao fértil Vale de Sidim, onde a terra para o plantio era de uma fertilidade impressionante.

Na sociedade onde tudo que importar é o consumo de mercadorias, as mulheres se transformaram nelas, mercadorias. A sabedoria das mulheres, abandonou a condição de suas consciências, a pessoal e a coletiva, enquanto donas da orientação pessoal, familiar e social, fora dos rituais de sacrifício de sangue de animais destinados a serem sistematicamente sacrificados às suas mais polêmicas peculiaridades.

Há não poucas mulheres que se orgulham em, vulgarmente, divulgar que são “empoderadas” como se ser “empoderada” fosse um valor pessoal e social por ser valorizado aos quatro cantos da Rosa dos Ventos. Ou seja: elas usam a mesma terminologia machista do sexo oposto para a afirmação de um poder pessoal, familiar e social que produz uma sociedade cheia de complexos, recalques, formas de dominação machistas que se confrontam com as formas de dominação grosseiras do sexo oposto.

Querem, essas mulheres que desejam autonomia e liberdade, enquanto metáfora do comportamento machista, o poder para fazer suas próprias escolhas, e participar do empoderamento pessoal e social dos marmanjos machistas que provocam reações iradas de convivência que, não poucas vezes terminam em tragédias de feminicídio.

As mulheres são as rainhas dos sonhos de uma sociedade onde o sonho acabou, não devem ceder, suponho, suas melhores percepções feminis, às relações de convívio em disputa cotidiana com seus pares cheios de uma virilidade dominante pela força e a aparência bombada de musculosos de academia. As mulheres têm cem vezes mais intuição e participação nas luzes da ribalta de um machismo que se apaga por força da evolução das relações do condicionamento social mais atual:

A cultura da sensibilidade feminil em meio à brutalidade troglodita dos brucutus, chegados a todo tipo de perversão social dos ricos pedófilos e milionários sodomitas que desejam a supremacia do sexo masculino, mesmo que essa supremacia tenha por finalidade a entropia das relações em que impera a brutalidade e o sadomasoquismo da cultura de Sociedade Sodoma. Da sociedade SS.

A sociedade do orgasmo criminoso, do Gabinete do Ódio e dos Motéis frequentados por mulheres viciadas em “hibristofilia”, ou atração sexual por indivíduos que cometem crimes graves e violentos, tais quais feminicídios em série, motivados por idealização relacional romântica, obsoleta. Mulheres com “síndrome da salvadora” que busca emoções intensificadas por transgressão das normas sociais que “se acha” e acha eu pode curar o criminoso de suas transgressões patológicas.

Baixa alta estima é sua atividade PSI mais característica.      
DECIO GOODNEWS
Enviado por DECIO GOODNEWS em 26/12/2025
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