PODER PELO PODER: NARCISO É NARCISO
PODER PELO PODER
NARCISO É NARCISO
O louco está com o polegar no botão nuclear. Ninguém, ao redor dele, pode contê-lo??? O Frankenstein da Casa Grande e Branca mete medo em todos os colaboradores em seu entorno. Não há um único homem, em todos os EUA, um ser racional em seu redor que possa contê-lo. Quem tem coragem de enfrentá-lo??? Barak Obama tenta.
Se o líder dos Estados Unidos é louco, onde está a criança que vai dizer que o rei está nu??? Seus liderados, em todo o povo do país americano, não há um único quem tenha opinião contra sua manifestação de loucura narcísica. O ariano maluco da Casa Grande e Branca pode fazer o que quiser, sem que ninguém se habilite a confrontá-lo, a expropriá-lo do poder.
A realidade insana dos malucos que lideraram o mundo está a servir de padrão de comportamento para Trump, O Trambiqueiro. No século VI Justino II, comandava o Imperador Bizantino e todos sabiam de seus transtornos mentais.
Justino II possuía fortes transtornos mentais — e não se sabia ao certo o que era, muito menos como se poderia tratá-lo — durante o século 6, quando ele foi o comandante do Império Bizantino. Como líder, entrou para a História por ter sido bem ruim, pois perdeu grande parte do território italiano para a Pérsia. Além disso, os bastidores de seu governo o deixaram como um ser ainda mais bizarro. Em seus surtos psicóticos ele atacava e mordia na cabeça quem dele se aproximasse.
Carlos VI da França governou seu país, desde os 12 anos. Conhecido por “Carlos O louco”, costumava correr pelos ambientes internos do castelo, fingindo ser um lobo, uivando sem parar. Quem tentasse dele se aproximar era advertido de que, se nele tocasse, ele quebraria, dizia que seu corpo era feito de vidro e poderia quebrar. Durante essas crises não se lembrava de que era rei da França.
Cristiano VII da Dinamarca não parava de se masturbar. Era visto por louco desde que assumiu o trono em 1776. Fascinado pelo próprio pênis, masturbava-se com tal frequência que esquecia de seus deveres institucionais para com o país. Seus médicos tentavam convencê-lo de que o hábito poderia prejudicar o país e afetar os negócios do reino, ameaçando também torná-lo estéril. Ele costumava se acariciar frente a seus dignitários.
O imperador chinês Zhengde, gostava de viver em mundos de fantasias. Certa vez ordenou que seus generais se vestissem de seda, e os comandava ao invadir festas comemorativas, sem outro motivo que não fosse o exibicionismo. Ele construiu uma cidade no jardim do império, onde fingia ser um lojista que vendida bugigangas a seus subordinados.
O rei Farouk, do Egito, conhecido cleptomaníaco, roubou, durante uma reunião de líderes, o relógio de ouro da algibeira de bolso de Winston Churchill. Após retirá-lo do bolso do britânico, depressa o dirigiu ao próprio bolso.
O último rei do Egito, Farouk, O Cleptomaníaco, merece o topo desta lista. Apesar da “qualidade” descrita no subtítulo, a cleptomania talvez não tenha sido a característica mais marcante de seu governo. Farouk gostava de promover festas e roubar pertences dos convidados. Promovia jogos de azar. Segundo sua irmã, tomava trinta garrafinhas de refrigerantes por dia, ao mesmo tempo que comia caviar direto de um pote.
Farouk chegou a pesar 140 quilos, era conhecido nos bastidores do palácio como “estômago com cabeça para separar as orelhas”. Ao visitar o zoológico, atirou e matou os leões que estavam em suas jaulas, alegando que tinha sonhado com eles atacando e dilacerando suas carnes gordas. Quando roubou o relógio de Winston Churchill numa dessas festas, devolveu depois, ao alegar que achou o objeto perdido em algum lugar, quando na verdade o havia retirado do bolso do britânico.
A insanidade do líder da Casa Grande e Branca é perigosa para o mundo. Seus liderados estão errados em afirmar, sem contestar a inconstitucionalidade de sua insanidade. A obediência cega lembra o slogan das tropas SS nazistas da IIª GG: “Nossa honra é obedecer”. Seus subordinados se sentem honrados em obedece-lo. Não há honra em obedecer a uma liderança que alega ter ordenado ao Pentágono que retome imediatamente os testes nucleares, alegando que o país deve igualar os supostos programas de testes da Rússia e da China. Programas então inexistentes.
De forma hostil, Trump, O Trambiqueiro, transforma a Terra num lugar que pode vir a ser, em breve, transformado, em sua superfície, numa morada de gusanos. Enquanto ele e seus generais obedientes, seus familiares e parte mínima seus eleitores, estarão protegidos em abrigos nucleares subterrâneos.
A possibilidade de provocar um conflito nuclear homicida, é grande, é real. Não se brinca com fogo atômico sem a possibilidade de queimar o planeta. Sua estratégia de equiparação de testes nucleares com outros países, possibilita eventos de destruição. A lógica cartesiana dele é simplória: “Penso em destruição nuclear, logo, ela existe”. — "Logo eu, Trump, O Trambiqueiro, existo".
— “Descartes está comigo”, pensa, supostamente, Trump, o Trambiqueiro, se é que ele já leu o filósofo francês. O sistema cartesiano inaugurou a Filosofia Moderna. O centro racional que garante a existência humana é o raciocínio, o intelecto, a razão. O Trambiquei parece não saber disto. Ele tem se comportado enquanto uma liderança insana, de um país que se quer permanecer, a qualquer preço, o Império enlouquecido do poder pelo poder, no mundo conflagrado.
Trump, O Trambiqueiro, olhou para o horizonte na transitoriedade fugaz no por de sol em Mar-A-Lago, e se desafiou:
— "Se tudo acabar, por que não eu, o mais louro e legítimo dos arianos, serei eu a acabar com essa Terra, da qual sou o imperador que não contribui para a diminuição do efeito estufa nesse mundo. Esse mundo é meu, faço dele o q quiser.
DECIO GOODNEWS
Enviado por DECIO GOODNEWS em 30/10/2025
Alterado em 06/11/2025