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O IMPÉRIO SE ATRACA NO FESTIVAL DE MARITACAS
O IMPÉRIO SE ATRACA NO
FESTIVAL DE MARITACAS

As pessoas não sabem, mas vivem da nostalgia dos tempos bárbaros. Neles não havia pecado nem tampouco consciência de culpa. Não havia remorso, sopesar, nem estima por quem quer que fosse. A vida era um salve-se quem puder, enquanto puder salvar-se. Era semelhante à vida nos dias de hoje, só que, nos dias de hoje, há uma tendência comum de dividir responsabilidades. Mesmo que apenas nas aparências. Vivemos numa sociedade dissimulada.

Mas, essa, pode ser uma percepção não enganosa, afirmativa de uma realidade coletiva facilmente comprovável. O Brasil de hoje está queimando no inferno da pulsão e da culpa. O país inteiro, de mais de mais de duzentos milhões de habitantes, está representado pela Câmara Baixa num Congresso dedicado à defesa, não dos interesses dos brasileiros que os elegeram para defender-se, exatamente daqueles membros familiares milicianos, corruptos, ladrões, cujo pai e líder, é parelha íntima com uma ex garota de programa que se quer redimida, por pertencer à uma igreja evangélica.

Os eleitores estão sendo traídos descaradamente pelos de(puta)dos que se aproveitam da fraqueza social de seus eleitores, da pobreza franciscana da maioria deles, pobres maritacas, que votaram em papagaios e periquitos vestidos de penas, gravatas e ternos azuis marinho, fazendo discursos barulhentos, mentirosos, em defesa da agenda perversa, pervertida, dos que povoam as Sinagogas de Hambúrgueres, seguidores dos sacerdotes e anciãos dos que traem os Evangelhos, e os eleitores que, supostamente, representam.

O Congresso nacional nos dias de agora, nas horas do neste instante, dedica-se, não à defesa dos interesses de seus eleitores, do surrupiado povo eleitor brasileiro, mas à defesa de uma família de meliantes, os Bozos, que, quando no poder executivo, fizeram de tudo, um pouco e um muito, para desacreditar as instituições dos Três Poderes da República Federativa do Brasil, com seus terroristas do rebanho invasor e depredador da sede dos Três Poderes no movimento final que coroaria o golpe que os conduziria outra vez ao Palácio do Planalto o capitão mandrião, também conhecido por “Mito do Pinico”.

Ele já pediu pinico a deus e ao diabo na Terra do Sol tropicalista. Ele já mostrou uma incrível disposição para o elogiar a ditadura e seus piores torturadores, dentre eles o coronel Brilhante Ustra, mais conhecido por seu sadismo de torturador, o qual defendeu por ocasião de uma plenária da Câmara Baixa, num discurso alterado na Câmara de de(puta)dos.

O capitão abusado, daí em diante, se mostrou absolutamente empoderado, ganhando posteriormente o cargo público de presidente da República. O capitão e seus filhos armaram uma arapuca política na qual se instalaram e não querem mais sair. Durante a vigência de seu desgoverno cometeram crimes hediondos contra os pertences de domínio particular da União, crimes contra a Saúde pública, crimes contra a Constituição.

Não satisfeitos, agora, neste mesmo momento, traem a pátria Brasil, recorrendo ao líder máximo da extrema direita mundial, incentivando-o a intervir na política nacional e no poder judiciário, em defesa do absurdo in tento de anular a condenação do meliante chefe da quadrilha formatada por papai Bozo, na intenção, entre outras muitas, de assassinar o atual presidente da República, seu Vice, e um Ministro do STF.

A familícia Bozo pede pinico ao Gorila Louro de Mar-a-lago, também titular dos poderes concedidos pela ocupação política da Casa Grande e Branca. Eles, os Bozo, pedem pinico ao líder do povo americano. O povo americano que votou na agenda da MAGA patológica “Make America Great Again”: “Faça a América Grande de Novo”, o slogan de campanha do Gorila que se quer representar o povo (inexistente) dos arianos, dos quais, dizia Hitler descender o povo nazi ficado da Alemanha, nas décadas de 1930/40.

O sonho americano inexiste. Acabou. Mas o Gorila Louro, suposto ariano, da Casa Grande e Branca, teima em querer fazê-lo grande de novo recorrendo ao covarde Tarifaço, que pretende inviabilizar a cultura, a economia e a política dos demais povos do mundo.

O império se atracou, prestou homenagens ao Gorila Louro e suposto ariano.  A realeza britânica de sum lado, do outro o gorila louro: ambos em pleno processo político e social de decadência irreversível. O mundo é outro, o mundo mudou, mas esses anciãos da decadência, esses velhos imperam dores do velho mundo, do mundo imperialista de novo, não sabem disto. Sabem disto sim. Mas agem como se não soubessem.  
DECIO GOODNEWS
Enviado por DECIO GOODNEWS em 18/09/2025
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