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A INFECÇÃO SEXUAL DA LIBIDO GLOBAL (O VÍRUS TRANS) — II —
A INFECÇÃO SEXUAL DA LIBIDO GLOBAL (O VÍRUS TRANS) — II —

VIVE-SE NUMA sociedade globalizada por degenerados genéticos que se dizem supremacistas e se querem superiores às demais pessoas sem considerações racionais que poderiam libertá-los dessa falta de razoabilidade genética e intelectual.

O COMPORTAMENTO social, sexual, normativo, suponho não mais existir enquanto maioria. A quantidade de pessoas ditas Trans possivelmente é superior às pessoas que se querem masculinas ou femininas. Se isto não se confirma na objetividade das relações sexuais entre sexos ditos opostos, com certeza se confirma na subjetividade globalizada da transexualidade incentivada em programas TV visivos tipo Bichas-Brothers.

O TRANSTORNO mental na sociedade globalizada é maioria inegável, incontroversa. As evidências desta afirmação saltam aos olhos de toda pessoa que não se nega a vê-las. A fisiologia e a sexualidade da pessoa vítima de transtorno mental não diferem do comportamento sexual dito normativo, exceto pela referência aos estereótipos.

É OPINIÃO medicamente aceita na psiquiatria: quando alguém adoece mentalmente a sexualidade e a libido também acompanham o passo a passo do adoecer. Sexualidade é desejo de contato, expressão de intimidade, ânsia por prazer, carinho, amorosidade e, por vezes, ternura entre casais.

NAS RELIGIÕES cristãs, através da Bíblia, aprendemos que o Deus Et os criou homem e mulher. Pessoas das gerações mais passadas aprenderam dessa forma o respeito às tradições da religiosidade, ainda que não cumprissem, senão raramente, os mandamentos. Os tempos mudaram. Mudaram muito. As realidades sugerem outros modelos comportamentais. Não é mais possível viver e conviver com paradigmas que de há muito não se confirmam nas relações cotidianas.

O MUNDO não pode agir conforme preceitos que já caducaram. A libido não mais está associada à afetividade a partir de uma dinâmica corporal que não faz jus à sobrevivência entre casais em conformidade com condicionamentos mais passados e pasmados em outras conjunturas vivenciais.

NÃO POUCAS vezes os casais são motivados por elos de união que não mais são definidos ou envolvem, necessariamente, sentimentos de afeição com finalidades sexuais ditas normativas. Conviver sob um mesmo teto décadas, não é exercício emocional para todas as pessoas aceitarem e comportarem-se mais ou menos da mesma forma. A religiosidade não mais determina as relações da moral e da ética entre as pessoas.

VIVÊNCIAS EROTIZADAS pela fantasia virou moda no dia dia. Sem veleidades, utopias e sonhos ninguém aguenta o rojão diário das rotinas de trabalho em casa, no trânsito e na Terra em Transe da convivência com rotinas pessoais e os padrões, hábitos e convenções das políticas de liderança nazifascistas tipo “sou eu quem mando”. O “Coveiro do Planalto” está conseguindo cooptar até o alto comando das FFAA.

TODA ESSA combinação de acontecimentos mórbidos vindos da conjuntura política, social e econômica, via Palácio do Planalto e seus governistas milicianos fanáticos, contribui para o aumento exponencial da tensão pessoal, familiar e social cada dia mais insuportável. E as pessoas têm de aguentar com a atenuante dos panelaços que se repetem sucessivamente sem cessar. Mas, eles não bastam para atenuar as tensões constantes que se movem no sentido de, a qualquer momento, a panela de pressão social estourar.

OS FATORES de discriminação e exclusão estão a todo momento se afirmando a partir de uma realidade política dissonante com as expectativas das pessoas numa sociedade atormentada por uma mentalidade pequena, medíocre, tacanha, de um capitão de caserna tumultuado mentalmente pela convicção obsessiva de que é ele quem manda e a ditadura deve ser implementada para que sua vontade de militarização da política antidemocrática, possa finalmente tê-lo como o novo nazifascista nas Américas que ele quer totalitárias.
Decio Goodnews
Enviado por Decio Goodnews em 05/06/2021
Alterado em 09/06/2021
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