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O ASTEROIDE QUE CAIU NA CHINA E A XVIIIª DINASTIA DO ANTIGO EGITO (II)
O ASTEROIDE QUE CAIU NA CHINA E A XVIIIª DINASTIA DO ANTIGO EGITO (II)

PARTIDÁRIOS DA TEORIA da Conspiração afirmam que o vírus foi criado em laboratório nos EUA e inserido sorrateiramente na China. Essa teoria talvez não possua credibilidade se considerarmos que uma vez a pandemia começada na China, teria de, mais cedo ou tarde, chegar aos Estados Unidos.

MUITOS CIENTISTAS, APÓS pesquisas laboratoriais, chegaram à conclusão de que o víruos não possui traços de que foi manipulado em laboratório. Outros afirmam que surgiu em civetas (mamíferos pequenos e noctívagos) africanas e foram comercializados em mercados diversos e, após consumidos, teriam infectados humanos. A partir daí é que teria se tornado imensamente contagioso.

VERDADE É QUE A ATUAL tecnologia terrestre não possui condições de identificar a origem Et da Covid-19. Nem porque ela teria resistido às condições de uma longa viagem sob a influência de condições siderais altamente adversas. Passemos agora a outro modelo de abstração, voltemos ao tempo da XVIII (18ª/1+ 8 = 9) dinastia dos farós egípcios sepultados no Vale dos Reis.

TUTANKAMON (1332-1323 a. C.): Ele reinou por nove (9) anos. Morreu prematuramente aos dezenove (19) anos. Era considerado herege pelos classe sacerdotal e pela maior parte dos membros da nobreza egípcia por ter declarado culto a um único deus: Aton, descartando outros deuses da mitologia do Antigo Egito: Rá, Osíris, Ísis, Seth, Nephthis, Hórus, Anúbis, Thoth, entre muitos outros.

O ARQUEÓLOGO HOWARD Carter e o patrocinador da exploração, Lorde Carnavon, foram as primeiras vítimas identificadas. Após adentrar à tumba Carter ao chegar em casa for a recepcionado por um criado com penas amarelas e sangue nas mãos. Ele disse:
—"Meu senhor, uma naja devorou seu canário, isso é um mal presságio”. —Ao que Carter retrucou, irritado: — “Não seja tolo, assegure-se que a naja não esteja mais dentro da casa”. Cameron, na primavera de 1923 ao fazer a barba, abriu um talho no rosto, logo acima da picada de um mosquito. Devastado por uma febre que nunca passava, morreu. Alguns recortes do depoimento de sua neta Patrícia Leatham:

“NO MESMO MOMENTO DE sua morte todos as luzes do Cairo se apagaram. Todos os serviços públicos eram administrados pelo exército britânico. Após tentativas inúteis de religarem as luzes, vinte minutos depois a energia elétrica voltou como que por mágica. Sua cadela Suzie, a fox terrier de Carter, estava a dormir em sua cesta no momento em que ele morreu, contou a criada, ela levantou-se e uivou muito alto, faleceu em seguida”.

UMA SÉRIE DE MORTES DE pessoas que haviam entrado na tumba do Rei Tut seguiram-se numa série difícil de enumerar. Cientistas explicaram essas mortes por identificarem que, afinal, depois de três milênios, a tumba estava repleta de fungos (Aspergillusniger) que, uma vez aspirados, provocavam secreções pulmonares e dificuldade de respiração, resultando nas muitas mortes.

EM 1923 DOIS HOMENS morreram subitamente ao adentrarem na tumba: um auxiliar de Carter e o outro, um assessor que havia auxiliado a retirar peças do lugar.  A intromissão de pessoas em sua tumba gerou uma expressiva quantidade de mortes por asfixia, dificuldade de respiração, assim como em pacientes da Covid-19.

O REI TUT MORREU AOS 19 anos. Há talvez coincidências que poderiam ser consideradas. A violação dos códigos da moral religiosa pela qual chamavam a atenção os ditos Anjos mensageiros do Deus Et. Códigos que as populações de Sodoma e Gomorra deveriam salvaguardar... A não observação deles resultou na chuva de meteoritos que destruiu essas cidades e seus arredores. O Deus Et de Noé, através do Anjo Uriel, advertiu sobre a iminência do Dilúvio que destruiu os nefilins.

CATÁSTROFES COSTUMAM ser precedidas de acontecimentos premonitórios!!! Eles precisam ser interpretados conforme evidências que muitas vezes são simplesmente ignoradas porque as pessoas não estão “nem aí” para evidências que saltam aos olhos!!!  
Decio Goodnews
Enviado por Decio Goodnews em 13/03/2021
Alterado em 14/03/2021
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