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BRASIL MARAVILHA: TODOS ROUBANDO TODOS TODO TEMPO (Ratos Das Horas)
BRASIL MARAVILHA: TODOS ROUBANDO TODOS TODO TEMPO

Não há nada, nenhuma instituição que preste serviços públicos que funcione a contento no país. Por trás de cada uma delas há um político tipo prefeito Crivella, ocupado em fazer acontecer a censura de reclamações públicas nas instituições dos governos municipal, estadual. No federal, é o caos.

Há o desmonte sistemático de instituições que zelam pelo meio ambiente, de modo que os fazendeiros ruralistas amigos do ministro do meio ambiente possam ocupar terras indígenas sem que eles, os naturais da terra, possam se defender dessas ocupações e agressões.

O presidente Bozo, o “Fofão do Centrão”, governa não o país Brasil, mas para seus amigos íntimos, familiares, grupos sociais dispostos a dizer amém ao autoritarismo totalitário do “Fofão do Centrão”. Aquele que se notabilizou por repetir insistentemente o refrão: “sou eu quem mando”. E pronto. “Obedece quem tem juízo”.

Este era o mesmo refrão da ditadura das FFAA que de 64/85 no século XX, fazia e acontecia e ninguém podia fazer nada. Ninguém podia dizer nada, porque logo ameaças eram verbalizadas, acompanhadas de soco na boca, soco na cara, quando não uma prisão sem que se soubesse para que quartel a vítima era conduzida numa viatura policial.

O refrão mudou, mas, quanto mais o refrão muda mais continua o mesmo: —AME-O OU DEIXE-O. É outra maneira do presidencialismo totalitário vigente afirmar o ufanismo nacionalista mais brega que o país já viu ou verá: “SOU EU QUEM MANDO”. Sou eu queimando a Amazônia, o Pantanal, usando e abusando de um ministro títere do meio ambiente do ruralismo incendiário.  

O Brasil está sob intervenção policial branca, advinda da “Praça É Nossa” dos Três Poderes que de democráticos têm o nome. Nada funciona democraticamente. Se você recorre à burocracia de uma instituição pública, o funcionalismo público sadomasoquista logo mostra as unhas fazendo a pessoa sentir-se sem lastro de cidadania.

Até parece que ninguém está sabendo o que está acontecendo. E o funcionalismo público e privado parece não estar sabendo que precisa ter respeito no atendimento às pessoas que a esses atendentes recorrem, para solucionar problemas os mais triviais (de saúde, educação...). Sem conseguir, exceto depois de uma série de aborrecimentos contumazes. Socialmente sádicos.

Esse funcionalismo público e privado se diverte com a falta de respeito próprio e mútuo. O sadomasoquismo se tornou um outro salário para esses atendentes do outro lado do balcão onde se escondem os funcionários que “se acham” e acreditam que não devem mínimo respeito às pessoas que enfrentam filas para serem destratadas com um atendimento de quinta coluna.

Quinta coluna porque esses funcionários, públicos e privados, estão em guerra contra a população que deveriam respeitar minimamente (tente o atendimento nos serviços online do Detran, p.ex.). Todos parecem estar em guerra contra todos, como diria um dos muitos filósofos do fim do mundo. É uma guerra civil e todos parecem estar atuando contra uma facção rival.

É a “guerra de todos contra todos” prevista por Hobbes, numa sociedade desprovida da tutela adequada de seus cidadãos sem cidadania, geridos por personagens psicóticas da política, preocupadas em tirar proveito próprio de todos e de tudo na gerência das instituições municipais, estaduais e federais entregues à insânia de vigaristas que se querem mandões de todos, sem nenhum mínimo preparo intelectual, eles clamam: “SOU EU QUEM MANDO”.    

Decio Goodnews
Enviado por Decio Goodnews em 05/10/2020
Alterado em 06/10/2020
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