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OLÊ OLÊ OLÊ OLÁ, REGIINA... (BIS).
OLÊ OLÊ OLÊ OLÁ, REGIINA... (BIS).

OS POLÍTICOS BRASILEIROS SÃO resultado do oportunismo de classe. São iguais a qualquer outro político de países americanos. Todos interessados em tirar o máximo proveito possível da ignorância das multidões de burocratas oferecidos sempre dispostos a lamber a bota do poderoso de plantão... E a usar as mãos para aplaudir em palmas de suposta aprovação.

PROPAGANDA, TENHAM CERTEZA, não vai faltar. Propaganda é a alma do negócio. Do negócio da política principalmente. Vejam as verbas bilionárias que o presidente da Câmara canalizou para os partidos políticos terem como vomitar, através de seus candidatos, a velha e cadenciosa verborreia de palanque tão excessivamente conhecida e familiar aos brasileiros.

AS MENTIRAS RITUAIS VÃO SE propagar cada vez mais intensamente visando tornar Bozo um mito da política nacional tão cheia de mitológicos caras pálidas chegados ao besteirol ideológico de palanque. Os exemplos são excessiva mente às rajadas, lufadas, aos borbotões: Sarney, Collor, FHC, Lulladrão, Maluf, Temer, Cabral, A “Mulher Sapiens” e raposas ao modo de Ulisses Guimarães.    

AS MENTIRAS DE TANTO SE REPETIREM à maneira de Goebbels, vão se tornando aos poucos verdades não mais reprimidas, mas ditas nos discursos cada vez mais convictos de que a enganação está sendo assimilada pelas consciências devastadas dos eleitores que as ouvem porque não podem fazer parar a máquina labial de enganar dos políticos e de seus propagandistas pagos regiamente com a grana que sai do bolso do contribuinte.

QUE NINGUÉM SE DÊ AO TRABALHO de querer acreditar. O tapetão de incentivos à reeleição de Bozo está bombando e daqui pra diante vai mais e mais bombar. A ganância, a avidez pelo poder. Os talões de cheques vão estar a postos e a todo momento batendo continência através do tapetão oficial de incentivos à farta. E de farda.

COMO DIRIA GOEBBELS: “QUANDO ME falam em cultura eu puxo um talão de cheques”.  A atriz Regina Duarte muito conhecida do Oiapoque ao Caburaí por sua interpretação da Viúva Porcina. Bozo possui muitos atributos da personagem Sinhozinho Malta. A simpatia entre ele e Regina Duarte é proveniente da personagem Viúva Porcina.  

O CASAL DA NOVELA ROQUE SANTEIRO se notabilizou nacional mente pelas pegas e barracos infindáveis entre eles. A memorável novela que teve José Wilker no papel título foi um acontecimento de público. Do público dedicado ao aplauso noveleiro. As novelas são a grande tela da realidade “real” brasileira. O que veem na tela os espectadores tendem a reproduzir na veracidade patética do dia dia.  

ESSA APROXIMAÇÃO ENTRE UM POLÍTICO oportunista e uma atriz que interpretou a Viúva Porcina vai se repetir “Sob Nova Direção” no Botecão Palácio do Planalto. Como é que Regina Duarte vai atuar na Secretaria de Cultura num país cuja educação formal está a nivelar personagens de ficção às excelências políticas do Senado e da Câmara. Quem vai ser o Roque Santeiro do casal de apaniguados da Secretaria de Cultura.

OS MEMBROS DOS PODERES NA “PRAÇA É Nossa” e seus 210 milhões de governados da “Sala do Sofá” fazem de conta não saber que os paradigmas da cultura e da civilização de ontem não mais servem ao modo “distinto” de hoje. Neste país parece que ninguém se dá conta de que está no século XXI. Mas, a dita cuja “elite” neste país “certa mente” está sentindo-se satisfeita em usufruir das extra ordinárias mordomias salariais, badulaques e barangandãs institucionais.

O MODO DE GOVERNAR NAZIFASCISTA requer de seus atores opositores (direita X esquerda) uma ameaça de colisão. Colisão entre interesses de oligarquias equivalentes. Esquerda versus direita dançam a dança da morte. Morte da qualidade na educação, na saúde, nos serviços públicos biscateados país adentro país afora. No ranking da corrupção globalizada o Brasil está pior do que a Namíbia e Botsuana.

A ELITE RECENTE SAÍDA DO SUBMUNDO político do baixo-clero possui igual discurso engana dor. São exata mente iguais em equivalência salarial e mordomias funcionais. Assim como são, ambos ao lados, igualmente ignorantes funcionais em formação do intelecto, em educação utilitária e operacional, em formação multidisciplinar sem a qual são apenas atores e atrizes de polichinelo: bufões, bobos e títeres de um Povo ao qual se equivalem. Um Povo de novela, birita e futebol.
Decio Goodnews
Enviado por Decio Goodnews em 30/01/2020
Alterado em 06/03/2020
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