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OS DESPOSSUÍDOS E O AUTOR DA GUERNICA JURÍDICA NACIONAL
OS DESPOSSUÍDOS E O AUTOR DA GUERNICA JURÍDICA NACIONAL

OS ELEITORES VOTAM, elegem candidatos que assumem cargos políticos no Congresso: deputados na Câmara Baixa e na Câmara Alta, senadores. Após eleitos, esses supostos representantes do povo eleitor brasileiro se distanciam anos-luz dos interesses coletivos da sociedade que os elegeu.  

OS POLÍTICOS VIVEM em outra galáxia, distantes do clamor popular por qualidade de vida. A “Praça É Nossa” dos Três Poderes é “nossa” no panorama deles, políticos e ministros do Supremo Tribunal Federal Inconstitucional. As bombas jurídicas incendiárias lançadas sobre a vontade popular da sociedade brasileira por “Totó” Toffoli são sinônimo de devastação da democracia representativa que elegeu o governo Bolsonaro em favor da Lava-Jato!!!  

O 4ª PODER, A IMPRENSA nacional, vive muito bem refestelada nas poltronas de programas de entrevistas (Globo News Fake News) nos assentos com ares de respeitáveis os jornalistas se apresentam como se fossem representantes da “Galáxia de Gutemberg” dos grandes jornais, dos jornalecos de bairro, dos pasquins nanicos, das revistas semanais com seu sensacionalismo visando a atenção e quase nunca o interesse social dos eleitores.

OS PODEROSOS DA “PRAÇA é nossa” dos Três Poderes vivem num mundo à parte. Não pegam trem, ônibus, metrô quando se dirigem às suas centrais de mordomias institucionais: Câmara, Senado, STFI ou às salas de reunião de jornalistas interessados não no interesse popular, mas na notícia mais sensacional, escandalosa e no compartilhamento via mídias das relações de interesse próprio das corporações noticiosas paras quais prestam serviços, por vezes muito, muito bem pagos.

OS IMPORTANTES, ILUSTRES, ricos e famosos da “Galáxia de Gutemberg” preparam diariamente o noticiário marinho para os entrevistadores da programação global dos noticiosos diurnos, vespertinos e noturnos. As mídias todas prestam homenagens aos poderes institucionalizados dos quais se alimentam. Os poderosos, todos os dias, jogam a ração noticiosa aos leitões e leitoas de toda a imprensa em todos os nichos noticiosos.

A DEMOCRACIA POPULAR dos que desejam ver a vida melhorar fica a visualizar os navios noticiosos do Titanic corporativo de empresas associadas aos interesses latentes, subjacentes, que infestam o labor de políticos e juízes do STFI, a exemplo de “Totó” Toffoli que desafia todos os dias a vontade dos eleitores por um Brasil sem corrupção institucional. A corrupção no plano jurídico que ele bem demais representa.

A VERDADE É QUE, SEM corrupção os poderes não funcionam ??? Sem corrupção institucional, para que serviria o Supremo Tribunal Federal Inconstitucional ??? “Totó” Toffoli é uma espécie de general Franco hitlerista. Ele pinta o sete jurídico cubista no painel forense da Guernica na realidade jurídica nacional. Vive a plenitude de afazeres autoritários em suas decisões judiciárias, as mais insensatas, desatinadas, absurdas.

A MODO PRÓPRIO, “TOTÓ” transforma o país numa paisagem tipo Guernica cubista/surrealista na qual Picasso reproduziu a destruição dos ideais democráticos na Espanha avassalada pelas forças nazistas de Hitler e do general Franco.

A DEVASTAÇÃO JURÍDICA que “Totó” Toffoli produz, hoje, agora, na sociedade brasileira, equivale à devastação da vontade popular do eleitor brasileiro por decisões judiciais do presidente do STFI que pulverizam as investigações sobre lavagem de dinheiro em todo território nacional. “Totó” garante a corrupção continuada.

PROCURADORES DA REPÚBLICA e demais membros da Lava-Jato representados pela fala do procurador Eduardo El Hage (Estadão, 17/7/2019, página A5) afirmam que a exigência de decisão judicial para a utilização de relatório do Coaf ignora o macro sistema mundial de combate à lavagem de dinheiro e financiamento ao terrorismo, “aumenta o combalido grau de congestionamento do judiciário brasileiro”. “Totó”, todos sabemos, é do STFI por influência do presidiário Luiz Inácio Lulladrão da Silva.  

Decio Goodnews
Enviado por Decio Goodnews em 07/08/2019
Alterado em 07/08/2019
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