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A PESTILÊNCIA ESCATOLÓGICA DO MARXISMO CULTURAL (“Theoria & Praxis"!!!)
A PESTILÊNCIA ESCATOLÓGICA DO MARXISMO CULTURAL (“Theoria & Praxis"!!!)

Se você retirar dos marxistas o ilusionismo utópico regressivo não fica pedra sobre pedra: nem da teoria nem da práxis por eles proclamadas. Os marxistas muito se curvam a elas, tanto, que logo aparece o rabo e nele as funções orgásticas do fiofó. Exemplos? O Gulag stalinista, os massacres maoístas, a tirania “democrática” do czar Putin, o presidencialismo vitalício do chinês Xi Jinping.

Tire dos socialistas de FHC/Lullalau a corrupção institucional e os sanduíches de mortadela e será como ter tirado dos crentes a fé ou dos romeiros a esperança. Tire deles as quantias milionárias saqueadas do Estado via conchavos com executivos das empreiteiras e estatais... E não restará nada da teoria e práxis marxistas.

As pessoas comuns com seus fardos e expedientes diários estão a viver e modificar suas rotinas de trabalho. Essas pessoas transformam o mundo contemplativo dos filósofos marxistas, e seus teóricos transformistas, em monges devotados ao vaso sanitário.

Daí, o surgimento da nova ordem mundial da filosofia marxista atual: as filosofias do cu. A filósofa PTista Márcia Tiburi as defende com fanático radicalismo do alto de seus diplomas de pós-graduação ela aplaude de pé a política de gogó do Analfabeto Triplex do Frei Beto, diplomado e doutor Honoris Causa trinta (30) vezes.

A teatralização dessa práxis filosófica ficou evidente no início de uma palestra recente de Lullalau: um casal gay rastejava em frente de onde estava sentado, reinando sobre a plateia extasiada, o tirano “Rei dos Mortadelas”. O casal transformista marxista se pegava ardorosamente num chupão de boca no ir e vir da direita para a esquerda e da esquerda para a direita. O chupa-chupa fascinava o público no anfiteatro.

O transformismo marxista Fabiano estava a desenvolver o lugar comum da sacanagem expressa e explícita. Afinal, os filósofos e teóricos marxistas pregam a transformação, não a compreensão do mundo: ideologia de gênero, demagogia ritual, toaletes infantis sex-duplex, lavagem de dinheiro na aquisição de apartamento tríplex, “sítio no meu nome mas que não é meu”: esses, na prática, são os transformismos da teoria marxista.

Teoria marxista vigente no Brasil: a práxis pregada na teoria do “historicismo absoluto” da bichinha Gramsci. A contemplação filosófica do marxismo socialista atual começa e termina na mostra de seu simbolismo mais representativo: o cu. O fiofó.

A fixação anal simboliza a mais-valia e a contradita conflituosa entre capital e trabalho. As mercadorias do consumo diário que alimenta o corpo saem do bandejão sindical direto para a boca. Desta para o estômago. Deste, para o sistema digestivo intestinal da máquina do capital e do trabalho. Daí se lançam fora do corpo filosófico via práxis defecal.

O marxismo socialista Fabiano de FHC/Lullalau, o maoísmo político tecnológico industrial atual do autor do livrinho vermelho do novo Mao Xi Jinping, a tirania pós- stalinista do presidencialismo vitalício do czar Putin de toda a Rússia, representam a nova filosofia pós-gramscista: a “Filosofia do Cu” proposta pela filósofa esquerdista Márcia Tiburi do alto de seus diplomas de pós graduação.

É escatologia até demais, para marxista Fabianus ou não, não botar defeito!!!  
Decio Goodnews
Enviado por Decio Goodnews em 21/03/2018
Alterado em 23/03/2018
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