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PRESIDÊNCIA 2018: COM "ZAÇÚCAR" E COM “ZAFETO”
PRESIDÊNCIA 2018: COM "ZAÇÚCAR" E COM “ZAFETO”

Lullalau, Ô Coitado, migrou do interior pernambucano para fazer o Brasil entrar pelos canos. Começou tendo sucesso enquanto torneiro mecânico. Não foi um tanto sucesso assim, desde que, segundo o dizer dele mesmo, perdeu o dedo mindinho num acidente de trabalho. Aposentou-se logo depois e liderou a “zelite” sindical. Ainda hoje comanda ("Honoris Causa") a “Nomenklatura” pelega do sindicalismo no ABC.

Tadinho de Lullalau!!! Perdeu o dedinho mindinho e nunca mais trabalhou (aposentadoria precoce, igual FHC). Na vida boa ficou até hoje. Catapultado pelo fundíbulo do socialismo leninista e, posteriormente Fabiano, nacional internacional, assessorado por padres, freis, padrecos, bispos e cardeais marxistas do Vaticano, aliados às máfias italianas, Lullalau, logo-logo aprendeu a soletrar a cartilha do ABC marxista.

Fácil, muito fácil, facinho, facilzinho. Nessa cartilha assimilou com facilidade a compreensão marxista do mundo. A ideologia baseada na propaganda que promete o Céu na Terra. E como tem gente nessa Brasil querendo deitar-se com as virgens do paraíso islâmico. — “Ora, ora”, matutou Lullalau, “os migrantes nordestinos e outros miseráveis do interior baiano e nortista vão acreditar em tudo que eu disser.

O “Analfabeto Triplex do Frei Beto” foi o pedaço do queijo prato que faltava na goiabada Fabiana do comuna FHC. Este, logo o levou, deslumbrado, a subscrever o “Pacto de Princeton” nos EUA. FHC/Lullalau nasceram um para o outro. Completaram-se na mais fraterna intimidade. Apertaram-se as mãos em dedadas secretas e firmaram o “Pacto” de amor à primeira vista. Amor gostosinho tipo goiabada com queijo.

Seu partido logo cunhou o apelido de bastidor para definir a união PT/PSDB mais conhecida nos meios políticos socialistas enquanto “Pacto das Tesouras”. Lula/FHC e seus substitutos se revezariam para sempre no poder político nacional. Ora PT— Ora PSDB — o romantismo Romeu e Julieta (goiabada com queijo). O PMDB teria a função de sempre estender o tapete vermelho para seus governantes !!!

O romance partidário mereceu ainda uma música de Chico Malandro. Ele a compôs para a dupla partidária mas se recusou a revelar a motivação criativa: — “Com açúcar com afeto/Fiz o pacto predileto/Pra você sentir-se em casa/Qual o quê/Depois de quatro mandatos/Você e Dilma no barato/Mataram o Temer no cansaço/Que fartou de muita espera/Você diz que é operário/Mas gostou foi do Palácio...

Dizem à boca pequena que no almoço comemorativo do “Pacto de Princeton” FHC virou o bocão em direção a Lula e cantou meio desafinado: — Você é meu amorzinho! Lula não se fez de rogado e logo respondeu no mesmo tom: — Você é meu tesourão! FHC continuou na melodia: — Você é a tesourinha... Lula demorava a concluir a canção... FHC não se fez de rogado e concluiu: — Que faltava na minha construção. Riram às gargalhadas. Todos ergueram taças de brinde repetindo o refrão: “é verdade”.

Hoje, depois de muitos tropeços, FHC/Lullalau dificilmente sentam juntos, não mais puxam os assuntos nem discutem futebol. Mesmo assim o presidente Triplex providenciou um apartamento no Guarujá onde poderiam, da cobertura, com binóculo em punho, ficar olhando as saias das garotas lá das praias coloridas pelo sol. FHC talvez até se propusesse a ensinar Lullalau a jogar pôquer.

Cabeças feitas pelos “zuísquis” de “martes” importados, lá do alto das alegrias “ma non tropos”, quisessem até cantar um samba de breque acompanhados pelo ritmo dos nove dedos na caixa de fósforos. FHC, lá pelas tantas poderia insinuar que seu bom amigo teria exagerado nos pileques Odebrecht mas, vendo Lula assim cansado, pelo juiz Sérgio Moro maltratado, não vai lhe aborrecer. Qual o quê!!! FHC lhe deu um abraço, tirou com ele outro retrato e prometeu o Palácio novamente em 2018 pra você!!!


Decio Goodnews
Enviado por Decio Goodnews em 07/02/2018
Alterado em 11/02/2018
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