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“PAI GIL PRETO VELHO”: REALISMO SOCIALISTA FABIANO
“PAI GIL PRETO VELHO”: REALISMO SOCIALISTA FABIANO

Depois de afirmar em canção que “a cultura e a civilização, elas que se danem, ou não”, Pai Gil Preto Velho já tinha conhecimento de que seus ressentimentos de cor tinham uma franca via de canalização social: a Música Popular Brasileira. Os negros brasileiros aportaram em Recife e Salvador nos séculos XVI e XVII e no Rio de Janeiro no século XVIII: eram bantos, cabindos, sudaneses, iorubas, geges e malês.

Desenraizados na marra de suas terras de origem chegavam ao Brasil Colônia em condições desumanas nos porões dos navios negreiros. Quatro séculos de importação de pessoas como se fossem mercadorias para o trabalho de enriquecimento dos senhores feudais nas capitanias hereditárias que ainda hoje vigem no país, com outro nome: as oligarquias do coronelismo feudal nacional até agora exercem dominação cultural.

O tráfico negreiro por quatro séculos oprimiu sadicamente mais de 70 (setenta) milhões de pessoas sobrecarregando-as de trabalho serviçal, subjugando-as pela imposição de uma prática quotidiana de vexames de todos os tipos sob a bandeira pirata dos senhores de engenho na qual estava impresso a política dos três pês: “Pau, Pano e Pão”.

Os feitores da mão de obra escrava, fonte da prosperidade colonial era implacáveis. Os idosos que conseguiam sobrevida envelheciam e morriam à míngua nas favelas primitivas ou senzalas. Após descerem aos subterrâneos post-mortem não precisavam de autópsia para a afirmação de que haviam morrido vítimas de uma política econômica colonial das trevas e de imposição de dor.

Os Pretos-Velhos desciam à terra dos mortos sem que levassem do mundo da senzala a revolta, a ira e o ódio pela truculência das sevícias sofridas em vida. As humilhações ao invés de tê-los cooptado para uma essência além-túmulo vingativa e mórbida, ao contrário, semelhantes a um caboclo de Exu, dedicavam-se ao ensinamento da tolerância, da fé, da caridade e da esperança.

Preto Velho: a coragem e a sabedoria para enfrentar as dificuldades de uma vida cheia de provações. Mas, que dizer do Pai Gil Preto Velho da MPB e de sua ideologia socialista Fabiana que submergiu o Povo brasileiro nessa desgraceira social trágica que Afundou o país e promoveu à fundação vigente da República Federativa Socialista dos Bandidos ???

Pai Gil Preto Velho da MPB parece estar a querer fundar o Quilombo dos espíritos e almas penadas dedicados à vingança social por terem sido vítimas do processo histórico da colonização de Pindorama, hoje conhecido por Brasil. Pai Gil Preto Velho da MPB é filho da socialdemocracia brasileira que lhe possibilitou a ascensão social nas mídias e o status de ministro da Cultura no governo do Analfabeto Triplex do Frei Beto, popularmente conhecido por Lullalau.

Pai Gil Preto Velho (PGPV) parece ser um espírito regressivo, ao contrário dos Pretos Velhos da Umbanda e da Quimbanda. PGPV parece dedicado não à ajuda de seus conterrâneos e à compreensão de que os males do processo histórico brasileiro fazem parte da compulsão coletiva por melhores condições de sobrevivência e de vida.

PGPV quer culpar as raízes do processo histórico de Pindorama Brasil por suas conquistas históricas passionais. Ele mesmo já parece vítima da radicalização esquerdopata, irresponsável pela fundação pirata da República Federativa Socialista dos Bandidos. Bandidos Fabianos dedicados à esquerdopatia.  PGPV parece ter aversão pela sociedade brasileira cristã e pelos sentimentos nobres que os Pretos Velhos da Umbanda afirmam.

Decio Goodnews
Enviado por Decio Goodnews em 11/01/2018
Alterado em 15/01/2018
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