Textos

A BASTILHA BRASÍLIA PRECISA CAIR: INTERVENÇÃO JÁ!!!
A BASTILHA BRASÍLIA PRECISA CAIR: INTERVENÇÃO JÁ!!!

Desabará com ela a burguesia mais hipócrita e degenerada, como nunca antes se viu neste país: a burguesia do socialismo Fabiano.  O fim do regime absolutista Fabiano no Brasil está com seus dias contados. A parte majoritária das FFAA que não está infiltrada pelo socialismo Fabiano está se mobilizando em todo o país.

Os prisioneiros parlamentares do Congresso côncavo e convexo em
Brasília estão à espera dos militares das FFAA, os que não estão de salto alto e se dispõem a invadir a Praça dos Três Podres Poderes para pôr fim à atuação dos membros vitalícios da quadrilha de burgueses Fabianos que é o xodó de FHC, Lulla, Cunha, Aécio, Temer, et caterva.

As FFAA são a única instituição que pode proclamar a independência do Brasil. Tirar o país das mãos ávidas da corrupção globalista agenciada por piratas marxistas, os genocidas da foice e do martelo.

Eles se uniram num complô nacional e internacional (Fórum de São Paulo) para proclamar não apenas a República Socialista do Brasil, mas as Repúblicas Socialistas das Américas. Que Caravelas trouxeram à tona as caras-velhas dos novos burgueses do socialismo Fabiano das repúblicas totalitárias bolivarianas das Américas???  

Comecemos do começo: em 14 de julho de 1789 a burguesia ascendente promovia a Queda da Bastilha na França. Era o fim do absolutismo político vigente na Europa entre os séculos XV e XVIII. A burguesia instigava e incendiava os comedores de mortadela da Revolução Francesa. O comércio e a indústria burguesas prometiam emprego para todos os desgraçados e miseráveis da sociedade sob a chibata do absolutismo em queda.

Os afaimados por mercado consumidor estavam engatinhando. A burguesia era a classe revolucionária do momento. Duzentos e vinte e oito anos depois (1789/2017) os burgueses detentores da acumulação social de riqueza (os globalistas de Soros) desejam promover a dominação definitiva da sociedade global usando para isso a teoria marxista.

Os desocupados e desprovidos de riqueza social acumulada (os milhões de membros dos movimentos sociais) são presas fáceis dos interesses globalistas dos novos burgueses, ditos socialistas, ou revolucionários da corrupção. As teorias revolucionárias pipocam entre os miseráveis, enquanto o aliciamento social desses miseráveis é a coisa mais fácil do mundo. Eles não têm nada e se contentam com a expectativa utópica do Paraíso Perdido prometido pela revolução dos burgueses agentes do socialismo Fabiano.

Os socialistas burgueses dizem que marcham em direção ao progresso. Em realidade eles pisoteiam, trituram e esmagam as forças sociais estabelecidas pelas instituições da burguesia tradicional, visando a substituição desta (via genocídio dos “inimigos da revolução”) pela pirataria burguesa dos socialistas de todos os naipes, com ênfase no socialismo burguês de tipos mais chegados aos gusanos (FHC, Lullagulag) da “dialética histórica” do totalitarismo Fabiano.

Na real, os marxistas não lutam em prol de uma sociedade melhor, mais justa, por uma sociedade idealizada pela teoria do materialismo histórico e dialético. Estes, não passam de falácias ideológicas, desde que fora o próprio Marx quem afirmou: “Para mim, o ideal não é mais do que o material traduzido e transposto para a cabeça do homem”.

Na realidade “real”, sem confetes e serpentinas teóricas, Marx, Engels, Feuerbach, Gramsci “et caterva”, são personalistas chegados a subjetivismos decorrentes do ócio e da frustração pessoal. A teoria marxista não passa, em última análise, de aborto teórico proveniente de uma vadiagem mental que se quer científica, quando não passa de artifício dito dialético. Por favor, diga quem precisa de Marx para saber que a natureza não é quieta e imóvel, parada e imutável e se desenvolve, nasce, caduca e morre???
Decio Goodnews
Enviado por Decio Goodnews em 11/10/2017
Copyright © 2017. Todos os direitos reservados.
Você não pode copiar, exibir, distribuir, executar, criar obras derivadas nem fazer uso comercial desta obra sem a devida permissão do autor.


Comentários