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Juiz Sérgio Moro: Prenda Logo O Lulla Mula Sem Cabeça!!!
Juiz Sérgio Moro: Prenda Logo O Lulla Mula Sem Cabeça!!!

Ou elle continuará assombrando o Povo eleitor brasileiro com sua voz patética e pânica saída do gogó incansável do demagogo perdido na sanha tagarela mais cínica, sem vergonha, como nunca se viu antes neste país. Lulla parece investido do fardo da própria ignorância. Sabe que seu tempo de enganação esgotou-se. Desceu pelo ralo da história pessoal mais vergonhosa e da história coletiva política de seu Partido de Trambiqueiros.

Todos esses eventos que infantilizam o Brasil em permanente exposição sistêmica de suas mazelas políticas e jurídicas, estão inseridos na sociologia e na psicopatologia de “nossas coisas, são coisas nossas”. Semelhante ao besteirol literário de Paulo Coelho sucesso de narrativas ao gosto dos senhores da globalização do entretenimento, elogiado com aplausos no mundo inteiro pelas academias de letras cheias de tretas.

O Brasil atual: uma fotografia em preto e branco no colorido da paisagem tropicalista, folclórica, das carmens mirandas baianas da MPB.
O Brasil, esse arcebispado, se explica simplesmente via manifestações culturais do entretenimento baixo nível produzido pelos barões da Nova Ordem Mundial. Um país sem educação formal de qualidade: uma manada malhada antes mesmo do feto ser gerado no útero materno. E nascer.

Enquanto o país agoniza, as exuberantes chusmas de chiquititas verde-amarelas se empoleiram no auditório Hollywood Rock (e/ou Rock In Rio): um manancial de afetos festivos, ansiosos pela afirmação de um intelecto supostamente jovem: juventude com mentalidade de dândi. “Dândis da novilíngua”, rebeldes sem causa da década de sessenta do século passado. Levados as ruas pela ideologia do marxismo cultural da Escola de Frankfurt hoje associada à Artplan (Roberto Medina) e ao enxerto do Nelson Motta.no Jornal da Globo.

Que grande programa “Big Brother Brasil Hollywood Rock” (e/ou Rock In Rio): . Brasil parcialmente fora. Fora do país do Lulla Mula Sem Cabeça. Brasil da Juventude a zelar, “chique paca”, pela continuidade do fenômeno social globalizado que dá continuidade ao showbiz do “grand monde” do rock raiz do século passado.

Felizmente estava lá a dupla Frejat e Cazuza. Este, baixado no terreiro “Centro Espírita Hollywood Rock” (RinR) a cantar semelhante àquele garoto que ia mudar o mundo: “Ideologia, eu quero uma para foder”!!! E a plateia que pagou o ingresso “pra nunca mais saber quem eu sou” puxou o coro de cima do muro: FORA TEMER!!! FORA TEMER!!! FORA TEMER!!! Uma mostra de que a alienação juvenil é, apenas, parcial. E a qualquer momento a juventude pode despertar para a Conjuração de Libertação Nacional.

Na plateia do HR (RinR) estavam presentes milhares daquelas garotinhas, que esperam o ônibus da escola, sozinhas, passadas, com suas meias três quartos, a murmurar baixinho pelos cantos da boca, por não ser mais meninas à espera do príncipe encantado que sabem nunca vai chegar. Por isso mesmo elas foram ao Hollywood Rock (e/ou Rock In Rio): para que a libido pudesse, de alguma forma sim, se manifestar. Elas só levaram consigo um pouco de malandragem, porque são crianças e conhecem a verdade do tesão na ponta do dedo da mão.

Essas garotinhas do HR (RinR) de todas as idades e meias-idades, estão ansiosas a murmurar, pelos cantos das bocas, que o juiz Sérgio Moro algeme logo a Mula Lulla Sem Cabeça. Assim elas vão viver e sentir melhor a realidade paga de uma tarde inteira a mudar a planta bagre de lugar para depois irem depositar o cheque no bar da esquina que aceita pagamento pré-datado por mais uma noite de pileque sarado, durante o qual elas ainda, e apesar de tudo, acham tempo e outro microfone pra cantar.


Decio Goodnews
Enviado por Decio Goodnews em 19/09/2017
Alterado em 24/09/2017
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