Textos

ALGORITMO FABIANO: O “Estado Islâmico” Do “Encantador De Serpentes” (II)
ALGORITMO FABIANO: O “Estado Islâmico” Do “Encantador De Serpentes” (II)

O que tem Lullalau de crédito político senão a ascensão (alpinismo social “Walking Dead”) de uma massa ignara e faminta de consumistas depravados incentivados pela “Rede Gobbels” da propaganda de comercialização do consumo???

Onde está a educação de qualidade que conduziria essas hordas de bárbaros motivados por Lullalau ao alpinismo social e sexual mais sem vergonha e ordinário como nunca se viu antes neste país??? Tudo e todas as coisas da realidade social brasileira, os costumes mais chinfrins, as taras mais rotineiras, tiveram nesse vagabundo incivilizado o incentivo mais petulante, corruPTo e desavergonhado.

Criaram-se as condições mais intensas para o estabelecimento institucional da corrupção enquanto o principal vetor da cultura nacional. Elle abriu os braços para os abraços aos corruptos de todos os lados. Elle apertou as mãos dos mais degenerados e execrados bandidos, malandros e estelionatários: os políticos representantes das oligarquias nacionais mais tradicionais no roubo e no assalto ao patrimônio público.      

Bis: Elle abriu os braços para os abraços aos corruptos de todos os lados. Elle apertou as mãos dos mais degenerados e execrados bandidos, malandros e estelionatários: os políticos representantes das oligarquias nacionais mais tradicionais do roubo e do assalto ao patrimônio público do Caburaí ao Chuí!!! “Lulla Gogó” institucionalizou (oficializou) a corrupção enquanto motor gerador da energia institucional que mantém os poderes facínoras dos fascistas na Praça dos Três Podres Poderes.

Elle abriu as porteiras do Inferno social para as pessoas que trabalham e acreditam em ser honestas e probas. Elle inaugurou a condição cultural de a sociedade sentir vergonha de ser considerada honrada, escrupulosa, íntegra, digna. Se anteriormente a Lulla Gogó os esquemas de corrupção estavam vigentes, com elle foram reiterados, atestados, sancionados.  Institucionalizados.

Lulla Gogó abriu uma fenda na superfície da terra até os confins do 7° Inferno e liberou a cultura reprimida dos demônios que saíram de seus subterrâneos e de suas cavernas em direção à disseminação do roubo, do assalto, do sequestro, da violência indiscriminada que assombra, apavora e vitimiza as pessoas nas ruas, praças e avenidas.

A sociedade brasileira indefesa não tem como enfrentar esse “Estado Fabiano Islâmico” nacional, simultâneo em violência, cinismo, trapaça, impunidade: “Estado Fabiano Islâmico” musical, carnavalesco e baiano cujos empregos quando não estão na área do futebol, da vaidade, do gayzismo e de suas funções sociais disseminadas, está em assaltar, sequestrar, violentar e estuprar a condição de liberdade dos brasileiros que têm medo até de usar o direito de ir e vir garantido pela Constituição.

Crianças que ainda não nasceram, que estão em estado fetal na barriga de suas mães,  são baleadas nas ruas. A ameaça da violenta compulsão de matar do tráfico de drogas e da marginalidade dos “sem” está a ameaçar a sociedade brasileira do Caburaí ao Chuí. E em 13 anos de desgovernos o 13 só piorou as condições institucionais de vida do Povo.

O que uniu o Brasil sob a mágica governamental de Lullalau fora a “farra do boi” (“farra do Gogo”) que vitimou de todas as maneiras as possibilidades de qualidade de vida do Povo Eleitor Brasileiro. Sem qualidade de vida social (educação, saúde, demais serviços públicos) há grande quantidade de manifestações da cultura do marxismo cultural e suas distorções sociais. Sem qualidade na educação o que há é a quantidade de mentiras e enganos ditas e ouvidas como se fossem verdades. Aí o bicho pega: o Bicho da Baba Demagógica!!! Do “Analfabeto do Frei Beto” e da malandragem (Chico Malandro e a baianidade).  
Decio Goodnews
Enviado por Decio Goodnews em 13/07/2017
Alterado em 07/08/2017
Copyright © 2017. Todos os direitos reservados.
Você não pode copiar, exibir, distribuir, executar, criar obras derivadas nem fazer uso comercial desta obra sem a devida permissão do autor.


Comentários