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“CHEMTRAILS”: QUEM SE IMPORTA??? (A Síndrome De Morgellons)
“CHEMTRAILS”: QUEM SE IMPORTA??? (A Síndrome De Morgellons)

“A adversidade normalmente fortalece a mente. Mas, que dizer desse flagelo que faz o corpo produzir fibras de força que saem da epiderme e se prolongam em filamentos que crescem 15 cm para fora do corpo??? Esses fios saem de debaixo da pele e não são identificadas em exames de laboratório quando aquecidos até virar gás. A técnica de análise precisa aquecê-los até vaporizá-los a uma temperatura de 1400°”.

“Depois de comparados a nada menos do que cem mil (100.000) compostos orgânicos, os cientistas e técnicos de laboratórios não conseguem identificação Esses ligamentos têm vida própria e se movimentam independente da vontade da vítima que os carrega. Essa coisa é muito mórbida mesmo. E muito dolorosa de ver e sentir”.

“Nossa casa, nossas vidas, mudaram um mês depois da fumigação fazer cair sobre nossas cabeças os resíduos químicos tóxicos. A região sob a fumigação dessa trilha de fumaça está situada na Serra da Mantiqueira (Minas Gerais). Não só avião, um objeto voador não-identificado fora visto no distrito onde habitamos, moramos, plantamos e comercializamos as sobras de nossa produção de alimentos”.

“Depois de visto o objeto passar e fumigar, pensamos que era, talvez, um agricultor ou uma autoridade sanitária a desinfetar o ar dos mosquitos e borrachudos com vapores pesticidas. Dizem alguns que a coisa é nada demais. Aqui para meus botões, duvido que não haja laço coma criatura do ruim. No dizer das autoridades tudo é normal e benfazejo. O senhor ache ou não ache, tudo é não é. Coisa do tinhoso”.

“O fato é que depois dessa coceira atacar a pele com a intensidade da gota serena os ligamentos saíram de debaixo do couro como se viessem do vazio dos ossos e da corrente sanguínea e até os dias de hoje os exames de laboratório, todos na base da ciência, carecem ainda de identificação”.

“Quem disse que isso é normal não está de boa intenção. Sou iletrado, mas diz o ditado que quem desconfia fica sábio. Estou a cismar de que essa qualquer coisa não é daqui de nossa terra não. Vem de outro lugar que nem os estudos da gente instruída tem noção. Vou sair fora desse lugar ainda que uns vizinhos digam que estou com medo. Não é medo não, é que perdi a vontade de ter coragem que nem não”.

“Essa peste dizem que chamaram de “Síndrome de Morgellons”. Do que sobrou de mim vou com a roupa do corpo e os caraminguás de arribação. Esse padecimento humilha e envergonha mais do que a morte. Quem se importa se estou a buscar outro norte? Vou insistir na vida que a morte é para os que morrem”.

Esses parágrafos entre aspas foram compilados de um diário achado na gaveta do criado-mudo de um pequeno produtor agrícola de localidade rural do interior de Minas Gerais. Palavras e frases ilegíveis foram retificadas, assim como partes obscuras do texto dessa página, no intuito de tornar o conteúdo do diário mais facilmente inteligível. Não há citação de nomes e lugares porque a região em pauta está sob quarentena. Causar pânico??? Longe de minha intenção.    

Decio Goodnews
Enviado por Decio Goodnews em 21/06/2017
Alterado em 22/06/2017
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