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A Ideologia “Walking Dead” De Lullalau: “Quanto Mais Você Me Dá Mais Você Me Deve”!!! (I)
A Ideologia “Walking Dead” De Lullalau: “Quanto Mais Você Me Dá Mais Você Me Deve”!!! (I)

A Nova República Federativa Foro Triplex & Sítio Atibaia acabou!!! A Sociedade da República das Mortadelas Mortas precisa parar a perversa fritura do Embusteiro da Triste Figura. As esquerdas tropicalistas já provaram que Quixotes de Palanque tipo o Macunaíma de Caetés, não era mais do que um Jeca Tatu caipira de Garanhuns, com delírios de pequeno burguês que desejava a todo custo enriquecer.

“Lullapalulla” já provou e comprovou o quanto abusou da demagogia em prol dos miseráveis dos “roseanos” cantados pelos romances modernistas dos autores da geração pós IIª Grande Guerra (Guimarães Rosa, João Cabral). Seu mérito é o de ter trazido para a metrópole São Paulo a atitude revoltada da demagogia desvairada dos políticos coronéis do Grande Sertão: Veredas.

“Lullapalulla” pintou o sete como manda o figurino. Aproveitador-mor do grande complexo social de culpa das “zelite” brasileiras, acendeu a chama da grande procissão nacional de mortadelas ocupadas em acender as velas para os santos freis vermelhos foice e martelo da “Teologia da Libertação”. Os devotos de frei Beto e Boff fizeram fila atrás de sua possessão esquerdopata apaixonada pela demagogia de palanque.

Como nunca se viu antes neste Estado do sudeste maravilha, saindo pelo ladrão de migrantes nordestinos, “Lullapalulla” não teve trabalho para bancar o Antônio Conselheiro do sindicalismo Analfabeto do ABC. O movimento sindical infiltrado de socialistas do marxismo de todas as procedências (leninistas, stalinistas, maoístas, oportunistas, gramscistas, fabianos) que viram nele, Lulla, a facilidade de formatação do fantoche marxista mais que perfeito.

De líder discursivista a dizer tudo que as esquerdas brasileiras (eleitores, jornalistas, professores, frei, padres e freiras, trabalhadores) criadas nos currais do marxismo cultural e a juventude transviada de há muito queria ouvir. Logo Lulla fora eleito deputado a fazer parte dos “trezentos picaretas” que segundo ele mesmo dançavam o samba do crioulo doido no “pra lamento” côncavo e convexo da Câmara e do Senado.

Daí em diante ele abriu a porteira do discursivismo de autofalante. Afinal, estava diante de um país sem liderança moral, onde uma multidão impressionante de macunaímas filhos de famílias tradicionalmente mantidas no mais tenebroso purgatório da infantilidade cultural (revolucionária) governadas por políticos sem a mínima formação ética que tinham por programa de governo o levar vantagem via enriquecimento ilícito a qualquer preço.

Criou-se então a cultura da unanimidade perniciosa numa sociedade Titanic, sem comando ou integridade de propósitos que não poderia rumar senão para seu destino atual de ver naufragar na mera discursividade os ideais inexistentes de uma geração disposta a acreditar em qualquer falante que ingeriu o purgante do marxismo cultural: sexo, drogas e rock-and-roll.

Decio Goodnews
Enviado por Decio Goodnews em 16/05/2017
Alterado em 21/05/2017
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