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A Ideologia “Walking Dead” De Lullalau: “Quanto Mais Você Me Dá Mais Você Me Deve”!!! (II)
A Ideologia “Walking Dead” De Lullalau: “Quanto Mais Você Me Dá Mais Você Me Deve”!!! (II)

Uma vez no comando, comunicação e controle das narrativas políticas utópicas, ficou fácil alimentar com diarreia verborrágica bolchevista de retórica cheia de pleonasmos aprendidos nas noitadas festivas e discursivas dos candidatos a vereador e prefeito de sua cidadezinha de nome expressivo: Caetés.

É possível que a criança Lullalau tenha pensado: “quando crescer, já sei o que vou ser. Vou ser político. Político não precisa trabalhar, apenas precisa falar e enganar esses caipiras que migram nos pau-de-arara rumo as fábricas na cidade grande”.

Uma vez assessorado por freis que traíram a religião cristã e pela facilidade teórica da narrativa ideológica do marxismo cultural, Lullalau viu no ABC aberta as possibilidades todas do Papai-Noel e do auto de Natal comovente do poeta pernambucano João Cabral: sua vida não seria Morte e Vida Severina. Ia aproveitar a “zoportunidade” que aquele amontoado da multidão de gentes que caía em sua mão de mão beijada. De gente que não tinha outra alternativa senão ouvir suas narrativas marxistas de orelhada.

Em torno dele se formou a Corte bracaleone do exército de gentes de palanque que formigavam em torno de sua fala fácil de quem bebeu e se embriagou com o purgante do marxismo cultural superficial e falante. Essas pessoas estavam ávidas por acreditar em alguém ou em alguma coisa. Elle estava ali no palco. Não era nenhum Chico Malandro, Gil ou Caetano, mas estava pronto para cantar a música que aqueles peregrinos migrantes, órfãos de pai e mãe, desejavam ouvir e se entreter.

Lullalau detestava ler, mas já tinha ouvido falar de um certo Antônio Conselheiro escriturado por um “ziscritor” de nome “Zeuclyde” da Cunha que proclamou a República Zumbi de Canudos. Os “zassessores” dele sempre sopravam cultura em suas “zureia”. E Lullalau não perdia a “zoportunidade” de mostrar que era mais do que um “zanaufabeto” de Caetés e cantor de palanque do marxismo cultural revanchista.

Hoje, após seu depoimento frente ao juiz Sergio Moro, Lullalau não possui a mínima condição de continuar zurrando para seu rebanho de asnos mortadelas proclamando-se “zonesto”. No desespero de seu apego pelo poder, continua no comando carnavalesco de seu bloco cara de pau que canta o sambinha do pago mico Lullalau.

Senhoras e senhores soldados, recrutas zero e oficiais generais do exército mesquinho e homeopático de mortadelas de Lullalau: TENHAM DÓ de sua alienação. Parem de fortalece-lo com seu apoio carnavalesco que não possui nenhuma mínima base eleitoral. A realidade brasileira mudou. O eleitor brasileiro da cidade e do campo despertou.

A sociedade brasileira não mais está sujeita à arenga laxativa discursiva, utópica da narrativa do Paraíso Perdido do marxismo na Terra. Esse capiau 30 vezes premiado com diplomas “honoris causa” fornecido pelas universidades do Velho Mundo europeu que escancarou as porteiras de seus países para a entrada indiscriminada de migrantes muçulmanos interessados em tornar real a ficção do mundo “Walking Dead”.
Decio Goodnews
Enviado por Decio Goodnews em 16/05/2017
Alterado em 16/05/2017
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