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DEUS É Homofóbico??? (O “Boom Do Brioco”)
DEUS É Homofóbico??? (O “Boom Do Brioco”)

Ora, segundo o Livro do Gênesis Deus os criou homem e mulher. Os padres pedófilos, a família empobrecida, a ideologia marxista, a imprensa nanica e a grande imprensa brasileira, carentes de ambos os sexos, criaram o terceiro e o quarto sexo para justificar a falta de finalidade do homem moderno e a mulher revolucionária e feminista.

Quando Deus criou o homem criou o homem à sua imagem, “criou-os varão e fêmea”. Naquela época não havia velocípede e bicicleta, carro, muito menos. E o mercado consumidor de bens industrializados estava longe de ser criado. As necessidades do mundo moderno criaram os outros sexos. Quem não se lembra do “boom” do “novo” do “jovem” para justificar o aumento dos negócios, das vendas no comércio varejista???

Deus criou os princípios do mundo antigo, mas, quando surgiram as emergências emergentes da concorrência mercado lógica, Ele não se pronunciou a respeito. Então surgiu a utopia política do marxismo para justificar a falta de abundância de produtos de consumo especiais acessíveis a todos os habitantes da Terra.

Surgiu então o mundo da urgência a todo vapor. Da máquina a vapor surgiu o motor à eletricidade. No mundo industrializado não havia mais tempo para o homem varão comer o fruto do Paraíso. A família original criou a cisão moral e a discórdia entre os membros da família simbólica da Bíblia: Caim assassinou Adão, seu irmão. E a suruba tomou conta da família nativa, natural: não havia mais integridade genital.

Milênios se passaram até o surgimento da produção de mercadorias em série. As contradições não eram somente de ideias no mundo subjetivo. A contradição era como se fosse Deus: estava em todas as partes, onipresente, onisciente, onipotente. O homem de antigamente não tinha força para manter o esquema original. O mundo nunca mais seria da estirpe criada pelo Deus do Paraíso Perdido.

Todos os paradigmas originais perderam a originalidade. Não havia mais plenitude nem integridade. Na Grécia Antiga surgiu a Dialética, contraposição de ideias. E o capetalismo fora acusado pelos “revolucionários da confusão” de privilegiar uma minoria e excluir de suas benesses à grande maioria dos filhos perdidos do Paraíso Perdido. Toda a Criação supostamente divina estava sem pai nem mãe.

Foi então que no Brasil surgiu um filho da mãe Analfabeto, impulsionado por aquela força social da “dialética da confusão”, carregado no andor da utopia política do marxismo socialista, e proclamou de modo oportunista, a República da Bicharada que não tinha mais nenhuma referência física que justificasse a separação de gênero masculino e feminino. Fez-se então a Revolução Orwelliana Da Bicharada Tropicalista.

Frei Beto, padres, o clero e eclesiásticos com fixação no reto, sem sexualidade definida, proclamaram a ideologia da libertinagem gayzista. A corrupção institucional ganhou ares de respeitabilidade política como nunca se viu antes neste país. A corrupção instintiva do “Inconsciente Coletivo” uniu os miseráveis do mundo tropicalista em torno do “Salvador da Pátria do Mensalão e da Teologia da Libertação”.

A cloaca hegemônica mais conhecida por “brioco” virou motivo para manifestações de rua tipo “parada do orgulho gay”. O poder invisível do imperativo categórico do “fiofó” viralizou em todos os cantões do mundo a proclamar a hegemonia servil da sociedade socialista dos gays ideológicos Fabianos, leninistas, stalinistas, gramscistas, fascistas, chicobuarquistas, entre outros. A dialética da bicharada tropicalista ganhou o Brasil socialista para a Teologia da Libertação via Corrupção política. Arghggh!!!  
Decio Goodnews
Enviado por Decio Goodnews em 29/04/2017
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